You are currently browsing the archives for the Práticas category


Desconto efectivo no Continente

Nos últimos meses tenho vindo a recolher sistematicamente todas as facturas do Continente, onde habitualmente faço as compras. O objectivo era determinar qual a percentagem efectiva de desconto que se consegue, no meio dos diversos tipos de promoções. As promoções são muitas vezes uma ilusão, pelo que interessava descobrir qual é o desconto médio que se consegue…

Nestas contas juntei facturas num valor total de 1422,24€, das quais paguei apenas 1083,04€. A poupança de 339,20€ representa assim uma poupança de 23,85%, um valor que me surpreendeu pela positiva! Desse valor, 307,32€ tiveram origem no cartão Continente, em função de descontos originados no próprio Continente, 29,13€ tiveram origem nos talões oriundos da GALP e finalmente 2,75€ tiveram origem em talões de fornecedores.

Destes valores, analisei ainda donde apareceram os valores de desconto que tiveram origem no Continente. 41,6% tiveram origem em descontos em artigos, que incluem os talões de artigos que se recebe em casa, bem como os artigos que têm desconto em cartão, na loja. 18,15% tiveram origem no desconto de 10%, com mais 35,7% a resultarem dos 75% de desconto, enquanto os 4,5% restantes resultam dos 5€ de descontos que o Continente dá por cada 500€ de compras.

Deve notar-se que esta é uma estratégia de compras não consumista. Ou seja, compra-se aquilo que é estritamente necessário. E o objectivo não foi maximizar a percentagem, mas sim minimizar o valor pago! Tal implicou muitas vezes a compra de produtos fora de promoções, porque eram simplesmente… mais baratos! Eu vou continuar a recolher facturas; tente também, para depois podermos comparar…

Como poupar ao limpar as mãos

Já aqui falámos de questões como o custo do m3 de água, o consumo de água para lavar os dentes ou mesmo quanto custa o banho.

O TED (Technology, Entertainment. Design) promove uma série de apresentações também disponíveis online e recentemente esta apresentação estava a fazer as voltas na Web.

Joe Smith propõem-nos que poupemos todos no papel de limpar as mãos bastando para tal que as sacudamos 12 vezes antes de usarmos o toalhete. O senhor Joe Smith é um advogado, antigo procurador da república e Chair do Partido Democrático do Oregon, nos Estados Unidos da América.

Pessoalmente tenho usado a técnica, não que cá em casa usemos papel para limpar as mãos, mas porque sacudir primeiro a água das mãos faz com que a sua maior parte fique onde devia: no lavatório.

Com as mãos cheias de água, não há como garantir que ficam secas quando estamos com pressa e por isso ou encharcam a toalha, ou usam papel que dava para escrever um romance ou estão no secador de mãos tempos infinitos.

Quando vi o filme a primeira vez até achei engraçado, mas pouco interessante para o Poupar Melhor. Estava um bocado ao nível do filme de como descascar alhos em 10 segundos, mas o uso continuado da técnica que ele nos propõem resolveu definitivamente a minha sensação de mãos húmidas após a lavagem e aumentou a minha sensação de estar a contribuir para um planeta melhor.

Carregador de isqueiro

Carregador de isqueiro USB

O fim de semana passado requereu a utilização do nosso GPS para nos orientarmos. Infelizmente, o carregador para isqueiro do carro havia-se avariado. O do GPS actual e do anterior, ambos da mesma marca. E um novo não o conseguia arranjar por menos de 16 euros…

Pensando bem, como o GPS e cada vez mais equipamentos carregam com fichas USB, o que procurei foi um carregador para isqueiro com saída USB. Por 6.99€ encontrei um na Worten, e até admito que se procurasse um pouco mais, talvez encontrasse ainda mais barato.

Certifiquei-me que as tensões eram as do meu GPS e telemóveis cá de casa, todos com 5V. Verifiquei que o output era de 500mA, o que significa que o carregamento será mais lento que a utilização de determinados carregadores. Mas, como é a tensão mais comummente utilizada em USB, é igualmente o que me garante a maior compatibilidade!

Felizmente, esta normalização dos carregadores na especificação USB tem esta grande vantagem para os consumidores: reaproveitamento dos produtos e um muito menor custo… Agora, também no carro, não preciso de ter múltiplos cabos!

Consumo eléctrico de um frigorífico

Neste artigo anterior havíamos referenciado o consumo do nosso frigorífico em função da temperatura. Entretanto dei-me conta que tinha os detalhes do consumo de electricidade, mas que não os havia publicado. Na primeira imagem abaixo podemos observar o consumo durante as mesmas 48 horas que as observadas no gráfico do artigo anterior. Cada ponto representa o consumo por período de 3 segundos, sendo que por conveniência o eixo dos yy foi traduzido em valores equivalentes de potência em watts.

Distinguem-se essencialmente três tipos de consumo distintos. Durante parte substancial do tempo, o frigorífico não consome energia. Durante esses períodos observamos no gráfico das temperaturas uma subida da temperatura dentro do frigorífico e uma descida da temperatura na parte de trás do frigorífico.

O primeiro patamar de consumos regista valores inferiores a 200 W, enquanto o segundo patamar se situa cerca dos 300 W. Como o nosso frigorífico tem dois compressores, a minha interpretação é que o segundo patamar corresponderá ao funcionamento simultâneo dos dois compressores. Finalmente observam-se pontos pontualmente muito elevados, que suspeito correspondam ao arranque dos compressores.

Consumo frigorífico em 48 horas

Como o detalhe do gráfico acima é pobre, até porque contém mais de 57000 pontos, aumentamos a resolução do quarto ciclo de arrefecimento acima, no gráfico abaixo. Aí podemos confirmar os dois patamares, o primeiro nos 160 W, subindo depois para os 306 W, baixando para os 290 W, e finalmente para os 145 W. Há outras pequenas variações visíveis, como o ponto muito elevado, que na verdade corresponde a quatro medições de 3 segundos, nos 1175 W. Estes valores mais elevados ocorrem realmente antes da subida para o patamar mais elevado, mas não se observam sempre no gráfico acima…

Detalhe de um ciclo de arrefecimento

Custo do m3 de água

Num artigo anterior já havíamos abordado o custo da água. Então verificamos que o custo da água variava substancialmente de concelho para concelho. Havíamos também referenciado como a partir dos 5m3, o preço disparava em todos os concelhos.

Na imagem abaixo podemos confirmar as discrepâncias do preço da água nos concelhos de Lisboa, Loures, Oeiras/Amadora, Sintra, Almada, Montijo e Porto. Recordemos que o custo abaixo representa o custo acumulado dos m3 consumidos, representando apenas o custo variável da água, havendo que somar o custo do IVA, custos fixos e outros custos variáveis. Em próximos artigos abordaremos esses aspectos.

Destaque para o facto de Lisboa ter consistentemente os preços mais baixos, seguidos por Montijo e Almada. Os restantes concelhos registam valores ainda superiores. Como se pode observar, à medida que se consome mais água por mês, o custo dispara. Daí a importância de manter o consumo em níveis razoáveis, sob pena da sua factura disparar!

Custo de m3 de água em diferentes municípios

As alfaces

Alface

Depois de nos termos referido às cenouras, neste artigo vamo-nos referir a outro legume muito consumido cá em casa. Tal como no artigo das cenouras, para este artigo reunimos alguma informação neste excelente documento online.

Em primeiro lugar, as alfaces são um legume muito fácil de cultivar, e pode ser mesmo cultivado em quase qualquer lugar. As alfaces gostam de crescer quando os dias são amenos e as noites frescas, e há disponibilidade de água. Temperaturas elevadas podem induzir a floração precoce e conferir um sabor amargo às folhas. O seu crescimento é rápido, e antes que se dê por ela, as alfaces estão prontas a ser comidas!

O documento referenciado tem muitas mais informações úteis sobre as alfaces, nomeadamente sobre as diferentes fases de produção, incluindo as pragas e doenças, bem como as formas de potenciar a sua qualidade desde a sua colheita até à nossa mesa… Não deixem de o consultar!