You are currently browsing the archives for the Práticas category


Lumens em vez de Watts

Watts vs. Lumens

Provavelmente, nos últimos tempos, os leitores ter-se-ão sentido, tal como eu, um pouco perdidos ao comprar lâmpadas. Durante muito tempo interiorizamos se as lâmpadas incandescentes mais adequadas para determinadas situações eram de 25, 40, 60 ou mesmo 100 Watts.

Na compra das novas lâmpadas, sejam as fluorescentes compactas, de led, ou outras, o que interessa agora é o o conceito de lumens. Na página do Wikipedia, a explicação do conceito de lumens é complexo. Ainda mais complexos são conceitos como o da eficácia de luminosidade, que nos dão conta do rácio entre a quantidade de luminosidade produzida e a quantidade de energia consumida.

Mas a complexidade destes conceitos não ajuda. Para facilitar a comparação com o sistema anterior, nesta página da Comissão Europeia encontramos a equivalância entre as lâmpadas incandescentes a que estavamos habituadas, e a medida da luminosidade, em lumens:

  • 25W ~ 220-230 lumens
  • 40W ~ 410-430 lumens
  • 60W ~ 700-750 lumens
  • 75W ~ 920-970 lumens
  • 100 W ~ 1300-1400 lumens

Embora o rácio não seja preciso, quando não tenho esta tabela presente, divido os lumens por 10, e tenho uma indicação parecida com o consumo das antigas lâmpadas incandescentes!

Mantenham os hábitos de condução

Evolução do preço da gasolina sem chumbo

Evolução do preço da gasolina sem chumbo por @designerferro

Como o A.Sousa aqui diz na Antevisão do Preço dos Combustíveis, a imprensa publicitou que o preço dos combustíveis estava a baixar.

Aqui no Poupar Melhor não precisamos de publicidade para controlar o preço dos combustíveis porque fazê-mo-lo diariamente.

Também controlo regularmente estes custos, até porque mantenho o exercício de controlo no investimento na Yamaha Xmax 250.

Mantenham as práticas de condução de poupança da gasolina, até porque esta tem vindo a baixar desde Abril, como mostram os registos que faço para a Xmax. Só têm a poupar com isso.

Antevisão dos preços de combustíveis

Esta semana foi outra semana em que se verificou uma descida dos combustíveis. Tal havia sido previsto pelos Media no final da semana passada. Mas, para mim, ter um horizonte de monitorização de preços dos combustíveis mais alargado parecia-me possível.

Uma das primeiras ideias é seguir o preço do Brent, que é o preço de referência do petróleo para Portugal. Há vários sites da Internet onde essa informação pode ser seguida, mas prefiro utilizar a informação disponibilizada pela Bloomberg. No seu Índice EUCRBRDT:IND podemos observar que nas últimas semanas a tendência tem sido de queda:

É ainda possível monitorizar preços específicos da gasolina. Neste caso utilizo o indicador “Bloomberg Gasoline 95RON 10ppm FOB ARA Spot Barges“. Como se pode ver pela primeira imagem abaixo, a tendência actual é também de descida.

Infelizmente ainda não arranjei gráficos de gasóleo. Não parece existir muita informação publicamente disponível. Um dos sítios onde se encontra mais informação é na Autoridade da Concorrência, que elabora boletins mensais, em que fornece informação sobre os preços e quantidades mais relevantes no sector dos combustíveis rodoviários. Para os interessados na evolução dos preços, é uma leitura importante. O mais recente é o de Maio.

Mas esta é uma área em que a investigação está a começar. Voltaremos rapidamente a ela. Até porque poderá ser realmente uma fonte de poupança muito interessante saber-se quando se deve atestar, ou quando se poderá tentar esperar um pouco mais para abastecer!

Descongelar carne

Num dos primeiros artigos do Poupar Melhor, falamos de como podemos preservar o frio, ao descongelar os alimentos dentro do frigorífico. Hoje vamos comparar com outras formas de descongelamento, e nas particularidades dessas várias formas.

Normalmente, o descongelamento dentro do frigorífico demora menos de 24 horas, mas volumes maiores ou com osso podem demorar mais tempo. É o processo mais lento, mas aquele que permite recuperar parte da energia consumida na congelação. Uma vez descongelada, a carne pode permanecer no frigorífico entre 3 a  5 dias antes de cozinhar. Durante este tempo poderá recongelar a carne, mas recorde-se que esse facto pode contribuir para um maior desenvolvimento de micro-organismos.

Descongelar com recurso a água deve ser feito sem remover o embrulho. Deve-se ter em atenção que o embrulho esteja hermeticamente fechado. Ao contrário do que se faz muitas vezes, a descongelação deve ser efectuada com água fria, mudando a água de 30 em 30 minutos. Normalmente a descongelação não demora mais de uma hora, mas volumes com dois quilos podem durar até 3 horas.

Se descongelar no microondas, deve preparar-se para cozinhar imediatamente, dado que parte da carne ficará inevitavelmente quente, e começará a ser cozinhada ainda no microondas. Se não for cozinhada de seguida, o desenvolvimento microbiano comecará imediatamente.

Nestes dois últimos casos, em nenhum caso deverá proceder ao recongelamento, antes de cozinhar os alimentos. Quando descongela com água, está a gastar água sem necessidade. Se descongelar no microondas, está a gastar energia desnecessariamente. Normalmente, é também seguro assar no forno ou grelhar um alimento congelado, embora possa demorar mais 50% do tempo normal, e possa  ter um sabor diferente do esperado. Todas estas hipóteses representam por isso um custo superior ao de descongelar no frigorífico, embora esta opção exiga mais planeamento…

Regulador de caudal

Selector de caudal

Na caldeira que temos cá em casa, e em todos os esquentadores que conheço, exciste sempre um regulador do caudal de água. No meu caso, o regulador permite ajustar o caudal de água quente entre 2,5 e 13 litros/minuto. A temperatura da água quente produzida varia em função do caudal, da forma indicada pelo gráfico acima. Rodando o regulador num sentido, diminui-se o caudal, enquanto no outro sentido aumenta o caudal.

No nosso caso, quando chegam as temperaturas quentinhas da Primavera/Verão, manipulamos o regulador de caudal para o caudal ser maior. O impacto é a temperatura da água ser menor, mas como ela também não arrefece tanto nos canos, há que misturar menos água fria, nomeadamente quando se toma banho. Porque é realmente um desperdício estar a aquecer a água, para depois a estar a arrefecer! Se no seu caso também tem que arrefecer muito a água que chega ao seu banho, considere rodar o selector de caudal do seu esquentador.

Consumo de 2G vs. 3G em Androids

Depois de há uma semana ter constatado que o meu novo telemóvel tinha uma autonomia sofrível, resolvi meter mãos à massa e começar a optimizar o seu consumo. São vários os objectivos, que incluem evitar tantos carregamentos, maximizar a duração da bateria, e proporcionar mais energia quando me tornar um maior utilizador das suas novas funcionalidades.

Durante esta semana fiz duas alterações, que passaram pela diminuição do brilho do écrã, dos 50% que tinha por defeito, para cerca de 25%. E retirei a opção de utilização de WCDMA (3G) para GSM (2G), porque como abordamos anteriormente, o 2G consome menos bateria. Quando efectuei esta última mudança, o nível de consumo da bateria baixou dramaticamente, como podem ver na primeira imagem abaixo, em que se observa uma inflexão na taxa de descida do nível da bateria. Na segunda imagem abaixo, já apenas com 2G, verifica-se que depois de dois dias, a bateria ainda tinha 50% de capacidade disponível.

Tal significa que estas duas opções permitiram-me mais que duplicar a autonomia do telemóvel. Todavia, para a utilização de dados, o 3G vai ser necessário, pelo que vou ter que arranjar uma forma de conciliar isto tudo. A investigação vai continuar, por forma a melhorar ainda mais o seu desempenho e autonomia.

Consumo de 3G para 2G

Consumo 2G