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Mais espaço vertical no browser

Um dos problemas da utilização de ecrãs de computador cada vez mais largos, seja pela utilização de portáteis, seja porque os monitores de secretária são cada vez mais largos, é a cada vez menor altura vertical disponível para a visualização de páginas dentro dos browsers.

O problema é agravado quando se adicionam barras aos navegadores, havendo barras para todos os gostos, como a do Google, ou então doutros fabricantes, que nos são impingidas muitas vezes aquando da instalação de determinados softwares. No meu caso particular, a coisa agrava-se ainda mais pela utilização que faço de máquinas virtuais, sendo que dentro de uma máquina virtual fica ainda menos espaço vertical disponível, dado que não utilizo a função “Ecrã Completo”. E muitas outras situações haverá, nomeadamente quando se faz utilização de serviços de acesso remoto.

A solução que eu encontrei foi utilizar um addon do Firefox que me muda os tabs para o lado esquerdo do ecrã do browser, em vez de ocupar mais uma linha. Há várias alternativas, mas acabei por seleccionar o Tree Style Tab pois tem algumas funcionalidades das quais gostei particularmente. Uma delas é a possibilidade de agrupar vários tabs numa estrutura tipo “árvore”, permitindo mesmo que se escondam e/ou fechem todas de uma vez. Mas muitas mais existem…

Como já estava habituado a gerir muitos tabs no topo do browser, custou um bocadinho em termos de habituação, mas agora já não quero outra coisa!

O addon Tree Style Tab

Acelerar a secagem da roupa

Acelerando a secagem da roupa

Nestes dias com muita humidade, secar roupa é uma tarefa complicada. Cá em casa, a máquina de lavar consegue centrifugar a 1200 RPM, o que ajuda bastante a retirar a água da roupa. Ainda assim, tem que se ter algum cuidado, pois tanta rotação não faz bem a alguma roupa delicada.

Uma das estratégias que utilizo é a de colocar a roupa no estendal por forma a que se crie a melhor circulação de ar possível. Como se pode ver na imagem, a roupa mais cumprida fica no limiar do chão, e intercalada com as peças mais pequenas de roupa. Assim, fica mais espaço disponível, neste exemplo, entre as toalhas, para elas secarem de forma mais eficiente…

Note-se que a secagem da roupa envolve dois processos: energia tem que ser fornecida para que a água passe para o estado gasoso (vapor de água) e uma corrente de ar é necessária para remover o vapor de água. Esta estratégia contribui assim para facilitar este segundo processo.

O dinheiro não traz a felicidade, mas ajuda


Recentemente vi este filme na internet que explica uma parte da minha visão da vida. Esta deve ser feita de uma procura pela felicidade.

A felicidade não vem de ter muito. A felicidade vem do diferencial, por isso, sempre que poupo algo e mantenho o resultado, a diferença trás-me felicidade pessoal.

Naturalmente que conhecendo técnicas de maquilhar preços, também percebo quando o diferencial é forçado apenas para enganar os tolos.

Reclamem com um objetivo pré-definido e insistam até o atingirem

SMS de resposta com devolução do valor cobrado

SMS de resposta com devolução do valor cobrado

Recentemente deparei-me com um valor injustificado na minha conta de telefone móvel. Como era de esperar para quem andava a ajudar a Liliana A. a verificar as contas, fiz o mesmo exercício. A forma como o fiz foi simplificada para mim, mas também envolveu medições de consumos e análise de faturas passadas.

No meu caso, estavam a cobrar-me comunicações de dados fora do valor estipulado pelo meu contrato, e por isso com uma tarifa muito desfavorável para mim.

A minha primeira ação foi tentar relacionar os consumos com eventos que eu conhecesse e por isso fui verificar o consumo detalhado. O consumo detalhado na fatura indicava que os valores cobrados haviam sido efetuados por volta da meia-noite, hora a que habitualmente estou já com o computador e com Internet de casa ligada e distribuída por WiFi.

O segundo facto que procurei foi outra fatura com consumos de dados tão elevados. Nas faturas que recebi desde que comecei a utilizar o iPhone não tinha nenhuma com este valor cobrado em dados. Aliás, nunca tinha feito tanto consumo de dados.

Aqui havia duas hipóteses:

  1. O iPhone tinha perdido o norte;
  2. A fatura estava errada.

Com estas 2 hipóteses, desliguei o consumo de dados do telefone, liguei para a linha de atendimento ao cliente do meu prestador e coloquei-lhes a questão de forma a provar uma das hipóteses:

Recebi uma fatura que me cobra um valor de dados que considero exagerado. Este consumo, embora possa ser minha responsabilidade não aconteceu de forma consciente. Preciso que identificar o destino para que não volte a acontecer.

Os argumentos foram complexos e a discussão alongou-se por 3 dias seguidos.

Dia 1

No 1º dia a sequência foi a seguinte:

  1. Indiquei o meu objetivo;
  2. Indiquei os factos conhecidos como base de entendimento:
    1. Valores contestados eram consumidos por volta da meia-noite quando o telefone já estava em casa e com acesso WiFi à Internet; e
    2. Nunca tinha tido em 3 anos consumos sequer aproximados àqueles valores.
  3. Indiquei o que pretendia do operador de 1ª linha: Ou me ajudava ou passava a alguém que me podia ajudar.

O segundo facto era incontestável, mas permitia criar no interlocutor que falasse comigo o sentimento de anormalidade que eu próprio senti quando li a fatura.

Quanto ao primeiro facto, de que os consumos não podiam ter ocorrido na hora indicada, a confirmação veio no primeiro dia: os consumos são somados e a cobrança em fatura detalhada é registada na hora indicada.

A discussão passou, naturalmente e porque faz parte do guião dos operadores de primeira linha, pela tentativa de desligar a chamada e dar o assunto por concluido, mas aqui eu teria de assumir como prova suficiente do meu consumo de dados a apresentação de um documento de registo que não registava os consumos na hora em que eram feitos ou me indicava os destinos desses consumos.

Com o objetivo em mente e a conclusão com 2 factos a meu favor, pedi então que me mostrassem a prova que eu realmente tinha feito aqueles consumos, mas a fatura tinha sido excluída o que obrigou o operador a escalar. Íam ligar-me de volta.

Dia 2

No 2º dia o operador viu-se a braços com um problema:

  1. Não podia apresentar a fatura como comprovativo do consumo efetuado; e
  2. Não podia apresentar-me os destinos na Internet para onde os consumos tinham sido efetuados.

Aqui o problema foi mais complicado: os dados sendo meus e sobre mim e o meu uso da Internet, tenho ou não o direito de os consultar? O operador achou por bem dizer que não existiam, mas a lei diz que eles têm de existir para poderem ser usados contra mim em tribunal, caso sejam exigidos por um juiz e são os mesmos dados com que o consumo é contado.

Segunda tentativa de fechar o tema sem o meu objetivo estar cumprido. Aqui a perseverança, ou teimosia, dependendo do ponto de vista, é a chave. Se o objetivo não estava cumprido e as razões não eram suficientes para determinar uma das hipóteses colocadas, havia que continuar.

Dia 3

Aqui a dúvida que o prestador não me resolvia instalou-se: Estaria o iPhone a fazer os consumos indicados ainda?

Comprei uma app para controlar os meus consumos de Internet no iPhone. Daqui a uns dias partilho os resultados, mas vou-vos adiantando que é muito esclarecedora quanto ao funcionamento do iOS com sistema operativo. Com os dados novamente ligados, nada na app ou nos registos diários online do prestador indicavam o comportamento indevido do iPhone.

A discussão não continuou porque ao terceiro dia de insistência, o operador deu-me a entender que iria escalar a situação, o que deve ter feito. O resultado já conhecem porque é a foto do post. Do prestador nunca houve uma assunção de culpa, mas convenhamos que também não é minha função obtê-la. O meu objetivo foi atingido e até ultrapassado. O site do prestador apresenta a seguinte mensagem relativa à minha fatura seguinte:

Valor a pagamento: € -8,2

Como desentupi o lava-loiça

Há umas semanas, referi-me aos problemas que havia tido em desentupir a canalização do lava-loiça. Utilizei várias técnicas, meti mãos à obra, mas nenhuma resultou, nomeadamente a dos produtos para desentupir canos.

Depois de várias experiências mal sucedidas, voltei à carga com um normal desentupidor de canos. Comprei um por 1.99 €, e meti novamente mãos à obra. Mas como sabia que a tarefa não ia ser simples, preparei mais alguma força bruta.

Para aumentar a pressão, resolvi encher o lava-loiças de água. Como era bastante água para mandar pelo cano abaixo, programei a actividade para depois de um banho. Tomei um duche, com o ralo da banheira fechado, e depois transferi parte dessa água (sim, ainda sobrou…) para o lava-loiças, como a imagem abaixo assinala.

Pronto para desentupir lava-loiças

Antes de encher o lado direito, tive o cuidado de tapar bem o orifício superior, com uma série de fita-cola, para que o lava-loiças ficasse mesmo bem cheio, e para que quando utilizasse o destupidor, impedisse a passagem de ar.

Com tudo preparado, retirei as tampas de ambos os lados do lava-loiça. Como estava bem entupido, praticamente nenhuma água saiu. Depois foi só meter a ventosa na saída para o cano, e começar a bombear. Rapidamente, a água começou a sair! Tapar o orifício superior revelou-se particularmente útil, mas a fita-cola não resistiu ao fim de uma dúzia de bombagens… Todavia, continuei a bombear até a água sair toda. Depois, fui ainda buscar mais água à banheira, e observei como a água já fluía com normalidade. No final, uma limpeza/desinfecção revelou-se necessária!

Fiquei mentalizado para a necessidade de repetir a tarefa mais vezes, e em mais locais, como o caso das banheiras e lavatórios da casa de banho…

Análise de consumo a uma box satélite MEO

Há cerca de duas semanas havíamos referenciado a análise que David Martins, autor do blog “O engenhocas“, havia efectuado a uma box de satélite.

Como há boxes e boxes, David Martins efectuou uma nova análise, desta vez a uma box satélite MEO. Mais uma vez constatou que o consumo é praticamente idêntico, quer esteja a funcionar, quer em stand-by. E esse consumo é de cerca de 12 W. E como diz o David, “está sempre a consumir, como se não houvesse amanhã e está sempre quente“.

O David preparou mais um vídeo em que exemplifica como a box poderia ter um consumo minimalista. O vídeo está abaixo, e evidencia claramente como seria fácil poupar na electricidade, se os equipamentos estivessem devidamente desenhados. Outros detalhes estão na análise que efectuou.