Carregar a bateria com uma fogueira

Recentemente encontrei este vídeo que nos explica como criar uma fonte de energia elétrica a partir de uma fonte de calor. O componente eletrónico base é um gerador termoelétrico, também referido como um Peltier Thermoelectric Generator.

Estes componentes têm na generalidade muito baixa eficiência, mas ainda assim parece um projeto interessante.

As utilizações possíveis estão à vista nos vídeos

Poupança de água

Poupar água

Poupar água

Poupar água é algo que é bom para a nossa carteira, e também para o ambiente. É um tema que temos abordado aqui recorrentemente no Poupar Melhor, e que podem consultar na etiqueta água.

Este artigo segue a linha de dois artigos anteriores, sobre a eficiência da gestão do recurso água na EPAL, em contraponto com as queixinhas dos SMSBVC os quais se fartam de perder água

Neste artigo do passado fim de semana, o Público cita um documento da ERSAR (Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos) em que se afirma que um terço da água distribuída em Portugal não é facturada! O dobro do valor considerado aceitável em termos internacionais… Segundo a ERSAR, as perdas chegam aos 170 milhões de euros por ano.

Na lista dos que mais desperdiçam água estão Celorico de Basto, Macedo de Cavaleiros e Murça, com percentagens de água distribuída e não facturada na ordem dos 70%!!! Embora sejam locais onde a água seja mais abundante que no Alentejo, por exemplo, não quer dizer que seja necessário desperdiçá-la!

73ª azeitona: o da longevidade, da duração ideal do sono e do tamanho dos assentos das companhias aéreas

Podcast do Poupar Melhor

Esta semana falamos de um programa do National Geographic Chanel que falou da longevidade e como esta poderá estar ligada à duração ideal do sono.

Fechamos a discutir o tamanho dos assentos das companhias aéreas.

Podem aceder aqui à lista completa de episódios do Podcast. O Podcast do Poupar melhor está também no iTunes

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Previsões vs. realidade

As nossas vidas pessoais e profissionais são muito marcadas por previsões que vão sendo feitas. Nos últimos tempos, todos estaremos particularmente sensíveis para este tema, e como facilmente as previsões saem erradas.

Este é um tema que me é muito sensível. Todos tendem a pensar que as evoluções futuras serão lineares, e se uma coisa está a subir, continuará certamente a subir, mesmo que tal não seja sequer possível. E tal verifica-se não só nos domínios da política, como da Economia, Ciência, e da Gestão…

Ao longo dos anos, fui observando as consequências de várias previsões. A política de autoestradas foi certamente uma das que mais se socorreu de previsões furadas. Uma das que mais me marcou foi a forma como foi efectuado o alargamento da autoestrada do norte, a A1. Tal foi particularmente evidente no troço a norte de Lisboa, até à A23. Quase todos os viadutos foram demolidos, o alargamento demorou uma eternidade, e para cúmulo pessoal, uma vez estive literalmente parado durante três horas, uma sexta-feira à noite, num dos troços em obras, que havia registado um acidente naquelas faixas reduzidas… E que originaram, entre muita confusão, nomeadamente várias mortes.

Naquela altura, em alguns períodos havia bastante tráfego. Andava-se um pouco mais devagar, o que até era positivo. Mas não se ligava ainda muito aos consumos, pois o custo dos combustíveis era muito inferior ao actual… E alguém pensou que o tráfego iria continuar a crescer a um ritmo louco, como evidencia a página 11 do Estudo do Impacte Ambiental do referido alargamento. Para ajudar à festa, o legislador determinou que quando o número mágico de TMDA=35000 fosse ultrapassado, que a autoestrada teria que ser alargada!

Pois bem: o tráfego, em vez de aumentar, começou a diminuir, conforme os dados oficiais do INIR. Na imagem abaixo vemos como as previsões não batem com a realidade! Na verdade, o tráfego nesse troço estabilizou desde 2002, e levou um rombo significativo com a recente crise. Na verdade, as previsões de há dez anos atrás já apontavam para que o preço dos combustíveis tinham que subir, mas alguém pensou que os Portugueses continuariam, perdão, acelerariam ainda mais o ritmo das suas deslocações…

Previsão TMD na A1, entre Santarém e Torres Novas, vs. TMD real

Previsão TMD na A1, entre Santarém e Torres Novas, vs. TMD real

 

Configurar atalhos para acelerar a revisão de documentos

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Passo parte do meu tempo de trabalho a rever propostas de alterações a texto. Para isso uso muitas vezes a funcionalidade de revisão do Microsoft Word. Este software permite comparar ao mesmo tempo várias modificações de vários editores, integrar ou rejeitar essas modificações e ter uma visão de conjunto dos blocos de texto que poderão estar a causar mais controvérsia ou a exigir maior atenção.

A rapidez e a facilidade de executar esta tarefa é importante por permitir modelos mais participativos de trabalho, reduzindo com isso a resistência à mudança ao aumentar o nível de participação de todos os envolvidos. Quem sabe, até podem encontrar soluções vindas de onde nunca imaginaram.

Para rever um texto no Word tenho utilizado até hoje o rato, mas o processo de mover o rato até ao topo do ecrã e carregar nas opções de aceitar ou recusar as alterações quebram-me a concentração.

Fui procurar os atalhos que o Word tinha para esta função… Mas não havia nenhuns configurados.

Para obter o máximo de eficiência e eficácia no uso das ferramentas e do nosso espaço de trabalho é importante manter o local de trabalho otimizado à nossa forma de trabalhar.

Há muito software que pode ser configurado para se adaptar ao nosso modo de trabalho ótimo e o Word não é exceção. A configuração dos atalhos no Microsoft Word está explicada em detalhe no site deste senhor, mas acredito que consigam fazer isto com qualquer editor de texto minimamente configurável.

Escolham os atalhos que configuram de forma a não os sobreporem aos que gostam mais de usar. Tentem usar o mesmo conjunto de atalhos para as mesmas funções em todas as ferramentas de software que usam.

Controlando a tensão

Depois da minha última visita ao médico, fiquei determinado a controlar os meus níveis de tensão. Como uma das minhas máximas passa por medir tudo e mais alguma coisa, e como até já tinha um medidor de tensão cá em casa, toca a utilizá-lo!

No meio do processo, já tive que trocar as pilhas ao medidor, mas o conjunto de registos evidenciam que a minha determinação deu resultados. Como se pode observar pelo gráfico abaixo, os meus níveis de tensão, que nos primeiros dias depois da consulta registavam valores mais elevados, estabilizaram em torno dos 120/80 mmHg, o valor ideal segundo este artigo.

Para isso contribuiu essencialmente a redução substancial no consumo de cafeína. A actividade física não variou significativamente, e o resto da alimentação não foi significativamente alterada. Ainda tenho que melhorar mais nestes aspectos, mas entretanto irei continuar a monitorizar os meus níveis de tensão, embora não tão frequentemente como nos últimos dois meses.

A minha tensão arterial nas últimas semanas

A minha tensão arterial nas últimas semanas