Multímetro novo

Multímetro do Lidl

Multímetro do Lidl

O meu multímetro avariou. Não era um multímetro com exportação de dados como o do A.Sousa, mas era  o meu multímetro.

Era um multímetro mais pequeno que um maço de cigarros. O meu multímetro que cabia num bolso avariou.

Encontrei outro multímetro no Lidl, mas não o comprei. É barato como era o meu multímetro, mas não é o meu multímetro.

Este multímetro custava 11,99 €, mas o A.Sousa não concordou. O A.Sousa encontrou um multímetro por 7.99€ num site.

Se não vou usar o multímetro para recolher dados e só o vou usar para os meus hacks eletrónicos, até pode servir.

Algarve – Lisboa pelo IC1

Na deslocação para o Algarve, este ano tal como em anos anteriores, utilizei maioritariamente o IC1. Neste outro artigo vimos o trajecto para Sul, utilizando o IC1 desde a Marateca até Ourique. Em função do grave acidente que ocorreu nesse dia em Ourique, fomos forçados a utilizar a A2, tendo todavia dado para experimentar a saída da A2 em Messines.

No regresso, na tarde de 31 de Agosto, Sábado, fizemos o IC1 desde a A22 até à Marateca, onde entramos na A2. Segundo os dados da Brisa, a poupança foi de 17.10€. O consumo de combustível atingiu uns inacreditáveis 5.1 l/100Km, muito melhor que na viagem para Sul, e que compara com 6.3 l/100Km em auto-estrada, nas mesmas circunstâncias (caixa-combi + ar condicionado + sistema de vídeo). Desta vez, o efeito da pata de lebre foi todavia ainda mais significativo… O gráfico de velocidades foi o seguinte:

Velocidades entre Algarve e Lisboa, maioritariamente pelo IC1

Velocidades entre Algarve e Lisboa, maioritariamente pelo IC1

Como se pode reparar, a velocidade até Grândola foi particularmente agradável, com apenas alguns momentos de lentidão na serra algarvia, e em Mimosa e Canal Caveira. A norte de Grândola observa-se igualmente alguma maior lentidão, função dos limites de velocidade em alguns trechos do IC1, conforme evidenciamos no nosso mapa das Estradas Rápidas.

Este ano, e tirando o acidente muito grave de Ourique, o IC1 voltou a ser uma alternativa muito interessante para nós. O civismo parece ser maior que em anos anteriores, e são poucos os malucos e as ultrapassagens sem sentido. O que eu observei foi uma fluidez contínua, com os condutores a manterem uma velocidade constante, com uma cooperação assinalável dos veículos mais lentos. Quando assim é, todos ganhamos…

66ª viagem: a do retorno a Lisboa pelo IC1, de ir para a praia com 2 vasos e do hambúrguer inexplicável

Podcast do Poupar Melhor

Esta semana ficamos a saber quanto poupou o A.Sousa voltando do Algarve pela IC1 e também como é levar 2 vasos e um termómetro para a praia.

Fechamos a contar mais uma experiência com hambúrgueres e como há yogurtes com fenilalaninas.

Podem aceder aqui à lista completa de episódios do Podcast. O Podcast do Poupar melhor está também no iTunes

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Poupadinhos, poupadinhos… até na tinta

Marcação na A33

Marcação na A33

A nossa ideia é que se deve poupar, mas para melhor. A teoria da austeridade, da poupança e dos cortes parece ter chegado às autoestradas. Esta foto é tirada na A33 e o que se vê na imagem é um risco de marcação da estrada reduzido a mais de metade.

A moeda de 1 Euro serve para dar a noção de escala e entenderem o que isso implica. Numa autoestrada deverá haver certamente mínimos a cumprir. Não estarão a tentar poupar demais?

Temperaturas num saco térmico

No outro dia falava sobre a experiência de um zeer na praia. Todavia, para conservar as coisas frescas na praia, nada como um saco térmico. Para isso, procurei verificar que temperaturas se atingem no saco:

Temperaturas numa mala térmica

Temperaturas numa mala térmica

Numa primeira fase, o termómetro ficou no topo do saco. Ele continha vários sumos e frutas, e estava localizado o topo. No fundo, estavam duas cuvetes trazidas do congelador.

Numa primeira fase, a temperatura manteve-se relativamente homogénea, entre os 20 e 22ºC. Depois de retirados os sumos e fruta, a meio da tarde, o termómetro ficou praticamente a sós com as cuvetes, tendo a temperatura naturalmente baixado.

Apesar da experiência interessante do zeer, não é claramente uma alternativa para as cuvetes e os sacos térmicos…

Usar as 24 horas do dia para o que é melhor

% de tempo disponível num dia de 24 horas

% de tempo disponível num dia de 24 horas

Acredito que o meu tempo é precioso e por isso evito a todo o custo usá-lo para coisas que me desagradam.

O gráfico acima é gerado com um ficheiro partilhado no Google Drive. A ideia é visualizar o que é o dia da nossa rotina e tê-la presente quando organizam o vosso dia. Partindo do principio que seguem à risca o que os médicos indicam, fazem uma vidinha regrada e o vosso dia tem 24 horas, como o meu:

  • Vão ter de dormir 8 horas todos os dias;
  • Nos dias úteis, têm de trabalhar pelo menos outras tantas;
  • Têm de almoçar e jantar, o que no mínimo perdem 2 horas com os 2;
  • Nas pequenas refeições, lanche e pequeno-almoço, vão ter mais 1 hora;
  • Têm de se vestir, fazer a barba, pentear ou aquela magia que acontece quando uma senhora se arranja; e
  • Reservam-se 4 horas para tarefas da casa entre os dias de folga, representados pelo sábado e domingo.

O que fazer no tempo livre? Só aquilo que gostam!