O computador a falar, versão melhorada

C-3PO protocol droid

C-3PO protocol droid

Aqui há uns tempos andei em experiências para pôr os nossos computadores a falar. A ideia levou-me a tentar uns scripts simplistas que permitissem rapidamente apanhar os twitts de uma conta pelo seu url e lê-los com o que o nosso computador dispunha.

Um amigo Anónimo lutou com valentia e perseverança contra a nossa caixa de comentários e entregou-nos uma versão mais polida que pode ser usada em qualquer computador com o utilitários CURL e AWK instalados.

curl https://twitter.com/pouparmelhor | awk 'BEGIN{FS=">"}/data-user-id="372692636"/{tweet=1} tweet==1 && / tweet-text/{sub("<a.*?a>:","Poupar Melhor:"); sub("<a.*?a>",""); sub("<\/p>",""); print $2; tweet=0;}' | say

Esta versão é para Apple OSX, mas já sabem que no Ubuntu podem usar o comando espeak -vpt-pt em lugar do comando say.

Geleira à medida feita sem costuras

Uma geleira sem costuras

Uma geleira sem costuras

Encontrei as instruções de como fazer uma geleira à medida para as latas de bebida. Estava a nota num site que sigo regularmente: o site Hack a day.

A ideia é ter um recipiente para levarmos connosco para a praia onde cabem as latas de bebida mesmo à justa. As instruções estão no Instructables, onde vão encontrar outras instruções de como fazer as vossas coisas.

A tempo e horas

Estacionamento Vasco da Gama

Estacionamento Vasco da Gama

Há dois fins de semana atrás fui à estação do Oriente. Normalmente estaciono no parque da própria estação, porque é mais barato que o parque do Vasco da Gama.

Mas, desta vez, tinha ideia de almoçarmos por lá. Porque a seguir poderia também fazer as compras semanais de que precisava no Continente. Sabia que o valor das compras permitira que tivesse duas horas gratuitas de parque.

Nestes casos, importante é sabermos a que horas entramos. Depois é só gerirmos o nosso tempo. Se não quisermos pagar parque, não podemos estar lá mais de duas horas. Conforme podem ver no ticket acima, foi tudo muito certinho, tendo pago a tempo e horas!

A culpa é da energia eólica?

Cada vez mais confuso!

Cada vez mais confuso!

Quando ouço referências a que o custo da electricidade está a subir, o meu subconsciente pensa imediatamente que o preço do petróleo/gás natural está a subir. Mas eu já devia saber melhor, conforme até já evidenciamos aqui no passado.

Por estes dias, voltei a ser acordado para a realidade. Neste artigo do Jornal de Negócios, somos alertados para um aumento do défice tarifário do sector eléctrico em 200 milhões de euros. Reparem que o valor de 200 milhões é o valor do aumento, não do défice… Segundo a EDP, este aumento tem os seguintes três factores principais:

  • o “volume anormalmente elevado de energia eólica e mini-hídrica”, gerando um sobrecusto (face aos preços grossistas da electricidade) acima do previsto nos pressupostos da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE)
  • estava previsto descontar nos custos do sistema eléctrico até Junho uma verba de 111 milhões de euros oriunda da venda pelo Estado de créditos de carbono, mas tal não aconteceu.
  • o facto de a ERSE ter previsto uma subida do consumo de energia de 1,7%, mas ele na verdade ter caído quase 3%.

Ora, isto é mais do mesmo! Quanto menos consumimos de electricidade, seja pela crise, seja pela poupança, mais vamos pagar por isso. E quando chove mais e sopra mais vento, em vez de previsivelmente termos uma electricidade mais barata, não! Olhando para o documento da EDP percebemos até que o preço spot da electricidade foi muito inferior ao do ano anterior! Segundo os dados da EDP, na página 10, podemos constatar que o preço do MWh no mercado spot foi de 36€. Todavia, na página 16, dizem-nos que o preço médio de venda do MWh da energia eólica foi de 108€, exactamente três vezes mais!!!

Estes sobrecustos das eólicas dão-me muito que pensar! É desafiador de qualquer lógica! Então, quanta mais energia renovável se produz, mais o défice cresce, e mais pobres ficamos como colectivo? Será que precisamos de um D. Quijote moderno para por ordem nisto? Parece que aqui ao lado, em Espanha, o companheiro literário de Sancho Panza já está no terreno

Poupando portagens em Coimbra

Um dos locais por onde passo frequentemente é Coimbra. A caminho de Viseu. Quando não estou com muita pressa, aproveito para poupar uns trocos nas portagens. Este é um dos trajectos que recomendo e que estão realçados na nossa página das estradas rápidas.

O troço entre Condeixa e Coimbra Norte (entrada no IP3) custa 0.90€, e esse é o valor máximo que se pode poupar em portagens. Fazendo esse troço pela A1, entre os dois pontos realçados na primeira imagem do Google Maps abaixo à esquerda, percorre-se 20.6 Km, demorando-se aproximadamente 11 minutos.

Se em vez de se sair em Coimbra Norte, se sair em Coimbra Sul (imagem do meio abaixo), percorre-se mais 500 metros, e demora-se mais cerca de 2 minutos. Poupa-se 50 cêntimos do percurso da A1.

Saindo-se em Condeixa, seguindo-se o percurso da imagem mais à direita abaixo, então percorre-se apenas mais 200 metros que na A1, e demora-se no total apenas mais 5 minutos que o percurso pela A1. Poupam-se então os tais 90 cêntimos.

As duas alternativas são quase sempre efectuadas em via rápida, com uma rotunda nas proximidades de Coimbra. Algumas vezes tem algum trânsito, mas eu não tenho tido problemas. E grão a grão, enche a galinha o papo…

A1 e alternativas em Coimbra

A1 e alternativas em Coimbra

The Pratical Meter: porque nem todas as ligações USB são iguais


O site Kickstater é realmente um ponto de passagem obrigatório de quem quer fazer melhor. A minha procura pela solução para a alimentação do Raspberry Pi lá me fez ir parar a este site. Já não é a primeira vez que falamos neste site.

Desta vez, para além de oferecer uma novidade, aprendemos também que nem todas as ligações e cabos USB funcionam da mesma forma. No video podem ver que os telemoveis Android e iPhone carregam a velocidades diferentes mediante se estão ligados a um PC ou Mac. Para alimentar o Raspberry Pi, uma das coisas que fiquei logo a saber era que este não funcionaria se alimentado por uma ligação USB que não tivesse 5V.

A ideia do Pratical Meter é dizer-nos que Voltagem devemos esperar de uma ligação USB sem termos de recorrer a aparelhagem de medição com fios e botões e niveis e… O A.Sousa depois explica-vos.