Consumo de electricidade de uma impressora

A impressora cá de casa (HP Deskjet 2050) era um dos equipamentos que me gerava algumas dúvidas em termos do seu consumo de electricidade. Por isso, foi submetida a uma análise de consumo, para determinar quanto me custa ao fim do mês. Na verdade, ela está quase sempre desligada, certamente à noite, quando leva com o corte por comando remoto. Mas, de vez em quando, lá fica esquecida, ligada em stand-by…

Consumo de impressora em stand-by

Como se pode ver pelo gráfico acima, a impressora tem um ligeiro pico de consumo quando é ligada na tomada, superando ligeiramente os 3 W, mas que dura apenas cerca de dois segundos. Depois estabiliza cerca dos 2.4 W, fase na qual ainda nenhum dos botões aparece com luz.

No momento em que se liga no botão, ela passa a consumir entre 4 e 5 W, no período em que há movimentação do carreto da impressora. Esse período de tempo dura quase 20 segundos, regressando depois a valores ligeiramente abaixo de 4 W. Passados 5 minutos exactos, a impressora “adormece“, passando a consumir ligeiramente mais de 3 W, sendo que a luz da impressora passa a ter uma intensidade muito menor, a indicar que está a “dormir“.

Uma das dúvidas que tinha era se ela “acordava” no meio do seu sono, mas durante mais de meia hora de funcionamento não se evidenciou tal hipótese. Após um pico para voltar a ligá-la, quando se carrega no botão de desligar, a impressora passa efectivamente a consumir menos, regressando aos 2.4 W do início do gráfico. Quase todo esse consumo é derivado do transformador, pois desligando o cabo do transformador da impressora, continua-se a consumir quase exactamente a mesma quantidade de electricidade!

Assim, pelos novos custos da electricidade para 2013, com o KWh a 0.1405 € + IVA, o custo anual de deixar a impressora a dormir é de 0.003 x 24 x 365 x 0.1405 x 1.23 =  4.54 €, sendo que se a desligar no botão, continua a gastar 3.63 €. Ainda assim, o melhor a fazer é continuar a cortar a energia, pois só assim a impressora deixa mesmo de gastar electricidade…

Poupar Melhor no Concurso Blogues do Ano 2012

Blogs do ano 2012 no Aventar

Blogs do ano 2012 no Aventar

O Aventar organiza, pela segunda vez, um concurso de blogs. Está organizado em duas fases de apuramento, a primeira aberta a todos os que queiram participar e a segunda constituída pelos 5 mais votados de cada categoria.

O A.Sousa já tratou de nos inscrever nas categorias de “Economia” e “Geek blogs / Tecnologia”:

Confirmamos a inscrição do blogue Poupar Melhor
no Concurso Blogues do Ano 2012 por Alvaro Ferro, Antonio Sousa,
na(s) categoria(s) de Economia e Geek blogs / Tecnologia .

Recebemos depois um email a indicar-nos que tinhamos sido mudados para Poupança, categoria nova, mas a concorrência é feroz em todas as categorias. Para ficarmos entre os 5 mais votados, vamos precisar que desta vez não poupem em cliques entre os dias 07-01-2013 e 18-01-2013 na página de votações do Aventar: na categoria Poupança e na categoria Economia.

Votem no Poupar Melhor para Blog do Ano 2012

Blogs do ano 2012 no Aventar

Blogs do ano 2012 no Aventar

Para ficarmos entre os 5 mais votados das categorias em que concorremos, vamos precisar que desta vez não poupem em cliques entre os dias 07-01-2013 e 18-01-2013 na página de votações do Aventar: na categoria Poupança e na categoria Economia.

37ª reclamação: a do colossal aumento dos transportes com o @jneves e do concurso de Blogues do ano de 2012

Podcast do Poupar Melhor

Nesta edição falamos do colossal aumento dos transportes com o @jneves que, na continuação do post de hoje sobre os Preços de Transportes 2013 no Metro de Lisboa e na Carris, vai escrever-nos mais sobre o tema dos transportes e de como o que as notícias dizem não bate certo com a realidade.

O A.Sousa inscreveu-nos no concurso de Blogues do ano de 2012 e explicamos-vos tudo sobre a nossa participação e de como nos podem ajudar a passar à segunda fase. Amanhã de manhã vão ficar a saber ainda mais sobre este tema.

Podem aceder aqui à lista completa de episódios do Podcast. O Podcast do Poupar melhor está também no iTunes.

 

Play

Preços de Transportes 2013 – Parte I (Metro de Lisboa e Carris)

Ano Novo, Vida Nova. Ou como muitas empresas e organizações estatais nos habituaram, altura de actualização de tarifas. Este ano uma parte dos aumentos tem sido de forma encapotada ou pelo menos mal comunicada. Este é o primeiro de uma pequena série de artigos sobre as novidades nos tarifários de transportes de 2013.

No caso da Carris e do Metro, a forma encapotada do aumento é feita oferecendo um bilhete ou um passe que passa a cobrir mais meios de transporte ou mais zonas aumentando o custo da viagem. Um bilhete de metro para ir da Baixa-Chiado ao  Colégio Militar, custava €1,05 no final de 2011, €1,25 a partir de Fevereiro de 2012 e €1,40 a partir de Janeiro de 2013. Um aumento de 19% em 2012 e de 12% em 2013.

Em 2012 a oferta extra era que um bilhete de Metro podia ser usado em toda a rede (que deixou de estar dividida em duas zonas). Em 2013 a oferta extra é o bilhete ser válido durante uma hora para qualquer percurso em que se pode usar Metro ou Carris (autocarros e eléctricos). Para quem faça percursos mistos, obtem uma poupança por viagem que pode chegar aos €0,90 (44%). Em vez de comprar dois bilhetes de €1,25 (um para o Metro e outro para a Carris), passa a poder comprar apenas um bilhete de €1,40.

Nota importante: se usar o Zapping, o bilhete (que passou de €1,15 para €1,25) só pode ser usado numa das redes (Carris ou Metro). Ou seja, uma viagem mista com Zapping pode custar €2,50.

Menos mortes nas estradas

Uma campanha da ANSR

Vários jornais destacaram ontem a notícia: as mortes na estrada caíram no ano passado para mínimos de 60 anos. Segundo o balanço provisório da ANSR, os acidentes rodoviários provocaram 580 vítimas mortais em 2012, menos 15.8% que no ano de 2011. Note-se que estes valores são um grande avanço não só sobre 2011 mas também 2010.

Esta é sem dúvidas uma boa notícia! A explicação da ANSR parece-me razoável, pois segundo este link, “avança algumas explicações para a queda nas vítimas mortais, entre as quais a diminuição do número de carros nas estradas, a melhoria da segurança em algumas estradas e a diminuição média da velocidade derivada da crise”.

Para quem anda na estrada, estas explicações são claras. A redução de automóveis a circular é evidente, e para além da crise, em termos genéricos, há que apontar também o elevado preço dos combustíveis. Por outro lado, é perceptível a redução das velocidades praticadas, especialmente em autoestrada. E são cada vez mais os Portugueses a utilizarem estratégias de poupança de combustível, pelo que todos nós poupadinhos damos uma ajuda…

Por isso, para mim, andar com cautela e devagar, mas sobretudo com segurança, sempre foi uma prioridade! E posso avançar que as minhas técnicas de hypermiling já não merecem as apitadelas de há uns anos atrás… Assim, se todos ajudarmos, podemos melhorar ainda mais este número, mesmo que a crise vá embora (que não vai infelizmente acontecer)