Autoclismo lavatório em grande estilo

Saqua Designed for a modern and ecologic living

Saqua Designed for a modern and ecologic living

O A.Sousa tinha-nos falado em tempos de como aproveitar a água do lavatório para as descargas do autoclismo, mas convenhamos que o aspeto não era o mais convincente lá para casa.

O site de portfólios behance.net tem uma série de renderizações de aplicações da mesma ideia mas com muito mais estilo.

Autoclismo lavatório

Autoclismo lavatório

Começar a poupar cedo

A aprendizagem da poupança é cada vez mais difícil. E quem tem miúdos em casa sabe que esse é um conceito difícil de transmitir aos mais novos. Este é o primeiro artigo duma série em que transmitiremos algumas dicas que podem ser importantes para que as crianças assimilem alguns conceitos importantes associados à poupança, seja ou não do tipo financeiro.

Começaremos esta série numa idade muito tenra, até porque é de pequenino que se torce o pepino. Pelos 3 anos, as crianças precisam de apreender o conceito de paciência. Quando elas pedem, se não há uma resposta rápida, uma choradeira seguir-se-á certamente. Uma forma é retardar a gratificação, e isso é um dos conceitos mais importantes para o resto das suas vidas…

Mas como consegui-lo? Se a criança pede, por exemplo, uma bolacha, podemos dizer-lhe que a damos já, ou que lhe damos duas daqui a 10 minutos. Isto presume que ela obviamente está sem fome, e que se lhe dermos agora a bolacha, não lhe daremos outra daqui a 10 minutos!

Agora é deixar a criança a pensar! Devemos encorajá-la a esperar 10 minutos, e a lição será rapidamente interiorizada. Quando a criança se habituar a esperar por uma recompensa maior, o seu conceito de poupança será rapidamente reforçado!

Não se irritem com as aberturas fáceis


Não se irritem com as embalagens de abertura fácil. Usem uma faca ou uma tesoura.

As raspadinhas

A raspadinha Super Pé-de-Meia

Neste artigo havíamos abordado como a melhor forma de ganhar dinheiro no Euromilhões era não jogando. Foi por isso com estupefação que vi na semana passada que a venda de raspadinhas aumentou 80%! Num País em crise, tal é absolutamente surpreendente! Pensar que essa é uma forma de ultrapassar os problemas financeiros, ou de ficar rico, revela realmente como o nosso Povo não pensa.

Está mais que provado que a participação nestes jogos de azar só nos torna mais pobres, sendo que a riqueza está à espreita de apenas alguns! É um autêntico imposto para quem não sabe Matemática, mas para o qual muitos contribuem, muitas vezes os mais pobres! Felizmente, quando jogamos nos Jogos Santa Casa, temos uma noção que parte desse imposto vai para ajudar os mais pobres…

Para se ter uma ideia das improbabilidades de lhe sair o prémio grande da Super Pé-de-Meia, a raspadinha que promete o maior prémio, fui fazer as contas. Há 4 004 000 raspadinhas e cada uma delas custa 5 euros! Há 3 raspadinhas que dão 2000 euros/mês durante 12 anos. Imagine o Estádio da Luz, que cheio leva 65647 pessoas. Imagine agora que ele vai estar cheio durante 61 jogos consecutivos, e que durante esses 61 jogos, 3 das raspadinhas com o Prémio Grande vão ser entregues a afortunados espetadores. Imagine que vai a apenas um desses jogos: veja assim qual é a probabilidade de receber o prémio com os 5 euros que joga…

Ainda assim, as probabilidades de ganhar alguma coisa decente são muito maior nestas raspadinhas, que no Euromilhões. Para começar, um total de 70% é distribuído para prémios, ao contrário dos 50% do Euromilhões. As probabilidades de ganhar alguma coisa (mínimo 5 euros) é de 1 para 3.46. E não sairá tão facilmente a estrangeiros, como acontece no Euromilhões. Na minha óptica, a melhor parte ainda é a da distribuição do prémio ao longo do tempo, que no caso do prémio maior se estende ao longo de doze anos. Tal é provavelmente uma garantia de que o vencedor não vai a correr esbanjar o prémio, o que infelizmente não deixa de acontecer

Como guardar um fato na bagagem de mão

Se vão viajar e não gostam de ter de ficar à espera da mala de porão quando chegam, o melhor mesmo é levarem tudo na bagagem de mão. Pessoalmente gosto de usar um fato ou pelo menos levar um para a eventualidade de ter de participar em algo mais formal.

Colocar um fato na mala sem o enrugar é uma operação quase impossível, mas se usarem a técnica do vídeo poderão reduzir substancialmente o número de vincos à chegada. Quando chegaram, pendurem o fato na casa de banho para que a humidade o ajude a retomar a sua forma original.

Pórticos SCUT das A4, A8, A13, A19 e A33

Portagens SCUT

Mantemos na página Pórticos SCUT no Google Maps um conjunto de mapas com a localização dos pórticos das portagens electrónicas deste País. Essa página contém as principais auto-estradas SCUT a pagar, que operam no regime de portagens virtuais.

Acontece que as portagens nas SCUTs continuam a crescer, e por isso decidimos actualizar a página, com a localização e preço das portagens SCUT. Não foi uma tarefa fácil, até porque o Google Maps mostra várias delas em construção, e há uma, a A33, que nem sequer aparece, em grande parte do seu trajecto! Por isso, algumas das localizações estão sensivelmente a meio dos troços, enquanto não obtemos a localização precisa. Como os números das auto-estradas não nos dizem muito, a seguir enunciamos a sua localização:

  • A4: Troço da A4, a sul de Bragança, que evita a passagem pelo IP4, a norte da cidade;
  • A8: Troço em Leiria, que prolonga a A8 até à A1;
  • A13: Ligação da A23 a Tomar;
  • A19: Troço da variante da Batalha, que liga Leiria à N1 a sul, próximo de S. Jorge;
  • A33: Ligação entre o IC20 (Almada/Caparica) e Coina, futuramente ao IC32

Como se pode ver no mapa acima, já são 88 os pórticos que temos mapeados nas SCUT/auto-estradas portuguesas.