Carregador de isqueiro

Carregador de isqueiro USB

O fim de semana passado requereu a utilização do nosso GPS para nos orientarmos. Infelizmente, o carregador para isqueiro do carro havia-se avariado. O do GPS actual e do anterior, ambos da mesma marca. E um novo não o conseguia arranjar por menos de 16 euros…

Pensando bem, como o GPS e cada vez mais equipamentos carregam com fichas USB, o que procurei foi um carregador para isqueiro com saída USB. Por 6.99€ encontrei um na Worten, e até admito que se procurasse um pouco mais, talvez encontrasse ainda mais barato.

Certifiquei-me que as tensões eram as do meu GPS e telemóveis cá de casa, todos com 5V. Verifiquei que o output era de 500mA, o que significa que o carregamento será mais lento que a utilização de determinados carregadores. Mas, como é a tensão mais comummente utilizada em USB, é igualmente o que me garante a maior compatibilidade!

Felizmente, esta normalização dos carregadores na especificação USB tem esta grande vantagem para os consumidores: reaproveitamento dos produtos e um muito menor custo… Agora, também no carro, não preciso de ter múltiplos cabos!

Consumo eléctrico de um frigorífico

Neste artigo anterior havíamos referenciado o consumo do nosso frigorífico em função da temperatura. Entretanto dei-me conta que tinha os detalhes do consumo de electricidade, mas que não os havia publicado. Na primeira imagem abaixo podemos observar o consumo durante as mesmas 48 horas que as observadas no gráfico do artigo anterior. Cada ponto representa o consumo por período de 3 segundos, sendo que por conveniência o eixo dos yy foi traduzido em valores equivalentes de potência em watts.

Distinguem-se essencialmente três tipos de consumo distintos. Durante parte substancial do tempo, o frigorífico não consome energia. Durante esses períodos observamos no gráfico das temperaturas uma subida da temperatura dentro do frigorífico e uma descida da temperatura na parte de trás do frigorífico.

O primeiro patamar de consumos regista valores inferiores a 200 W, enquanto o segundo patamar se situa cerca dos 300 W. Como o nosso frigorífico tem dois compressores, a minha interpretação é que o segundo patamar corresponderá ao funcionamento simultâneo dos dois compressores. Finalmente observam-se pontos pontualmente muito elevados, que suspeito correspondam ao arranque dos compressores.

Consumo frigorífico em 48 horas

Como o detalhe do gráfico acima é pobre, até porque contém mais de 57000 pontos, aumentamos a resolução do quarto ciclo de arrefecimento acima, no gráfico abaixo. Aí podemos confirmar os dois patamares, o primeiro nos 160 W, subindo depois para os 306 W, baixando para os 290 W, e finalmente para os 145 W. Há outras pequenas variações visíveis, como o ponto muito elevado, que na verdade corresponde a quatro medições de 3 segundos, nos 1175 W. Estes valores mais elevados ocorrem realmente antes da subida para o patamar mais elevado, mas não se observam sempre no gráfico acima…

Detalhe de um ciclo de arrefecimento

Custo do m3 de água

Num artigo anterior já havíamos abordado o custo da água. Então verificamos que o custo da água variava substancialmente de concelho para concelho. Havíamos também referenciado como a partir dos 5m3, o preço disparava em todos os concelhos.

Na imagem abaixo podemos confirmar as discrepâncias do preço da água nos concelhos de Lisboa, Loures, Oeiras/Amadora, Sintra, Almada, Montijo e Porto. Recordemos que o custo abaixo representa o custo acumulado dos m3 consumidos, representando apenas o custo variável da água, havendo que somar o custo do IVA, custos fixos e outros custos variáveis. Em próximos artigos abordaremos esses aspectos.

Destaque para o facto de Lisboa ter consistentemente os preços mais baixos, seguidos por Montijo e Almada. Os restantes concelhos registam valores ainda superiores. Como se pode observar, à medida que se consome mais água por mês, o custo dispara. Daí a importância de manter o consumo em níveis razoáveis, sob pena da sua factura disparar!

Custo de m3 de água em diferentes municípios

As alfaces

Alface

Depois de nos termos referido às cenouras, neste artigo vamo-nos referir a outro legume muito consumido cá em casa. Tal como no artigo das cenouras, para este artigo reunimos alguma informação neste excelente documento online.

Em primeiro lugar, as alfaces são um legume muito fácil de cultivar, e pode ser mesmo cultivado em quase qualquer lugar. As alfaces gostam de crescer quando os dias são amenos e as noites frescas, e há disponibilidade de água. Temperaturas elevadas podem induzir a floração precoce e conferir um sabor amargo às folhas. O seu crescimento é rápido, e antes que se dê por ela, as alfaces estão prontas a ser comidas!

O documento referenciado tem muitas mais informações úteis sobre as alfaces, nomeadamente sobre as diferentes fases de produção, incluindo as pragas e doenças, bem como as formas de potenciar a sua qualidade desde a sua colheita até à nossa mesa… Não deixem de o consultar!

Fogão de acampamento que carrega o telemóvel

BioLite's patent-pending thermoelectric technology

BioLite’s patent-pending thermoelectric technology

Pessoalmente não sou muito de acampamentos, mas hoje em dia e com o custo dos hotéis muitos de nós só poderão tirar férias mesmo acampando.

O site Boing Boing é um dos que sigo habitualmente e recentemente tinha o fogão gerador de electricidade lá referido.

A ideia não é nova nem tem nada de original, mas a dimensão da coisa e a possibilidade de a levar para localizações remotas é um verdadeiro atractivo.

O custo desta preciosidade para acampamentos é segundo o Google de cerca de 105 €, mas devem contar com mais 50€ para transporte e alfândega.

Poupar nas calorias

O conceito de caloria é por todos nós conhecido, mas só há pouco tempo resolvi conhecê-lo melhor. A chegada do Verão é um momento em que nos lembramos mais das calorias, e por isso é particularmente conhecê-las melhor!

A caloria é uma unidade de aquecimento, tendo sido substituída genericamente pela unidade joule. Normalmente utiliza-se a kcal, que corresponde a 1000 calorias. Uma kcal corresponde à quantidade de energia necessária para aumentar em 1ºC a temperatura de um quilograma de água, a uma pressão de uma atmosfera.

O consumo diário de calorias depende obviamente de pessoa para pessoa. Uma maior actividade física requer mais calorias, enquanto as crianças e idosos tipicamente requerem diariamente menos calorias. Nos Estados Unidos recomenda-se 2700 kcal para os homens adultos, e 2200 kcal para as mulheres. Segundo as Nações Unidas, o mínimo diário de consumo de calorias andará pelas 1800 kcal.

O site calorias.com.pt dá-nos indicações preciosas sobre as calorias dos documentos. Nesta página podem ver as calorias dos alimentos ordenados por ordem alfabética. Noutra página estão os alimentos por ordem decrescente de calorias. Nesta última página dá para perceber que 100 gramas de óleos, azeites ou banha de porco dão muita mais energia do que o que eu pensava!