171º drone: o das filmagens do trânsito da 2ª Circular

Podcast do Poupar Melhor

Esta semana falamos sobre as capturas de ecrã que o A.Sousa está a fazer para ilustrar o trânsito em algumas vias principais de Lisboa.

Podem aceder aqui à lista completa de episódios do Podcast. O Podcast do PouparMelhor está também no iTunes.

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Remover pessoas das fotografias de monumentos

Como remover pessoas de fotografias de monumentos

Como remover pessoas de fotografias de monumentos

Pessoalmente não tiro muitas fotos a monumentos porque estão sempre cheios de pessoas na frente. Quem já viu uma foto da Torre de Pizza sabe que é quase impossível tirar uma foto sem que apareçam uma série de figurantes não requeridos a ocupar a foto. Uma pesquisa no Google mostra-nos uma série de exemplos desses.

Um autor da rede social Reddit publicou uma imagem que explica como é que remover pessoas de fotos de monumentos com o Adobe Photoshop. Conforme instruções em inglês no link, vão precisar de preparação prévia porque a técnica necessita de várias fotos:

  1. Coloquem a câmara num tripé;
  2. Capturem uma imagem a cada 10 segundos até terem cerca de 15 imagens;
  3. Abram todas as imagens no Photoshop através dos menus File > Scripts > Statistics e escolham o “median”.

O Photoshop vai produzir uma foto sem as pessoas a passear e a posar na frente do monumento.

Isto tudo só tem um problema: o Adobe Photoshop é um software profissional que custa mesmo muito dinheiro. Se quiserem uma forma mais barata de o fazer, podem usar o Gimp.

O Gimp é um software Free Open Source que serve de estúdio de edição de fotografias, tal como o Photoshop. O Gimp oferece também um plugin que remove os objetos que se encontram numa imagem através da análise de múltiplas fotos de um mesmo local.

O processo é o mesmo, mas aqui, em lugar de usarem o Photoshop, usem a alternativa que a comunidade de software tem vindo a melhorar ao longo dos anos de existência do Gimp.

Gimp average layer plugin

Gimp average layer plugin

Inflação

No artigo sobre os conceitos de crédito, um dos que falta claramente é o conceito de inflação. Já aqui falamos de deflação, mas nunca da inflação.

Pessoalmente, detesto inflação. O conceito foi-me introduzido cedo na década de 80, por um tio meu que tinha um supermercado no Brasil. Segundo ele, tinha que aumentar os preços de todos os artigos da loja, quase que uma vez por semana! Não tardou muito a termos uma experiência de inflação também elevada, no meio dessa década em Portugal…

O que eu gosto é de preços constantes. Assim, o planeamento é muito mais simples. Na verdade, o conceito de inflação pode não estar unicamente relacionado com uma subida de preços, mas é normalmente por aí que a topamos. O importante é saber que a inflação normalmente representa uma perda do poder de compra…

Quando é que a inflação se torna um problema? Ou dito de outra forma, quando é que a inflação se torna elevada? O objectivo do BCE é a de manter a inflação ligeiramente abaixo dos 2%,  e no site deles tem uma página interessante a detalhar mais alguns aspectos sobre a inflação. A este problema voltaremos proximamente…

Twitter Analytics

Twitter analytics

Twitter analytics

Quem já me conhece da Internet, sabe que sou muito mais um aficionado das interações do Twitter que as do Facebook. O Twitter ensina-me a reduzir as frases a 140 caracteres, enquanto o Facebook é a desorganização total.

Outra das diferenças para o Facebook é que o Twitter, só muito recentemente criou esta palermice de selecionar pelo utilizador os Twitts que o utilizador queria ver primeiro. Perdeu-se um bocado a noção do que se passava em tempo real, mas o Twitter tem vindo a afinar isto a pouco e pouco.

Agora, o Twitter oferece algo que o Facebook nunca ofereceu diretamente aos utilizadores: o Twitter Analytics. Tal como num site há todo o interesse de quem para lá escreve em saber onde esteve melhor ou pior em termos de aceitação da audiência, quem escreve para o Twitter como @PouparMelhor como nós convém manter um olho nestes valores.

Conceitos Relacionados com o Crédito

Um dos aspectos que mais nos move no Poupar Melhor é tentar contribuir para que possamos compreender melhor o que nos rodeia. Para que consigamos alcançar o nosso motto, ie. conseguirmos fazer o que habitualmente fazemos, mas com menos, precisamos muitas vezes de perceber melhor a “teoria”.

Há um domínio em que pessoalmente tenho aprendido imenso nos últimos anos, e creio que é um domínio onde a grande maioria dos leitores terão aprendido também: o da cultura financeira. Apesar disso, continuamos com uma literacia financeira muito baixa em Portugal, mesmo considerando que a avaliação dada tem por base um conjunto de questões relativamente simples.

Foi por isso que com alguma surpresa descobri há uns dias um documento sobre literacia financeira no site do Mediador do Crédito. O Mediador do Crédito funciona junto do Banco de Portugal, “cuja actividade visa a defesa e a promoção dos direitos, garantias e interesses legítimos de quaisquer pessoas ou entidades em relações de crédito, designadamente no domínio do crédito à habitação, com vista a contribuir para melhorar o acesso ao crédito junto do sistema financeiro“.

Com esse documento já reforcei ainda mais os meus conhecimentos financeiros. Mas ainda há bastantes termos que não sei exactamente o que significam. A explicação não é detalhada, mas concisa, pelo que se fica logo com uma excelente ideia. E a lista de termos é extensa, conforme podem ver pela lista abaixo, retirada do Índice do documento:

  • ABERTURA DE CRÉDITO EM CONTA CORRENTE
  • ALD (ALUGUER LONGA DURAÇÃO)
  • ALUGUER OPERACIONAL
  • AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMO
  • AMORTIZAÇÃO (OU LIQUIDAÇÃO ou REEMBOLSO) ANTECIPADA DE EMPRÉSTIMO
  • AVAL e AVALISTA
  • AVAL BANCÁRIO
  • AVALIAÇÃO
  • BENEFÍCIO DA EXCUSSÃO PRÉVIA
  • BUY-BACK
  • CAPITAL (num financiamento)
  • CAPITAL DE RISCO
  • CAPITALIZAÇÃO DE JUROS (em caso de Empréstimo)
  • CARÊNCIA DE CAPITAL
  • CARÊNCIA TOTAL (CARÊNCIA DE CAPITAL E JUROS)
  • CARTÕES DE CRÉDITO
  • CENTRAL DE RESPONSABILIDADES DE CRÉDITO (CRC) DO BANCO DE PORTUGAL (BdP)
  • “CONFIRMING”
  • CONSOLIDAÇÃO DE CRÉDITOS
  • CONTA CORRENTE (ABERTURA DE CRÉDITO em)
  • CREDIT DEFAULT SWAP (CONTRATO DE PERMUTA FINANCEIRA DE CRÉDITO)
  • CREDIT LINKED NOTES (VALORES VINCULADOS A CRÉDITOS)
  • CRÉDITO DOCUMENTÁRIO
  • CRÉDITO HABITAÇÃO
  • DERIVADOS DE CRÉDITO
  • DESCOBERTO EM CONTA
  • DESCONTO BANCÁRIO
  • DIREITO DE SUPERFÍCIE
  • DISTRATE DE HIPOTECA
  • EBITDA (EARNINGS BEFORE INTEREST TAXES DEPRECIATION AND AMORTIZATION)
  • EMPRÉSTIMO OBRIGACIONISTA
  • EURIBOR (EUROPEAN INTERBANK OFFERED RATE)
  • EXONERAÇÃO DE DEVEDOR
  • FACTORING
  • FIANÇA e FIADOR
  • FIIAH (FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO PARA ARENDAMENTO HABITACIONAL)
  • FUNDO DE GARANTIA DE DEPÓSITOS (FGD)
  • FUNDOS DE INVESTIMENTO
  • GARANTIA BANCÁRIA
  • HIPOTECA
  • HOT-MONEY
  • INDEXANTE
  • INTEREST RATE SWAP
  • JURO (num Empréstimo)
  • JUROS DE MORA (num Empréstimo)
  • LEASING
  • LETRA
  • LIVRANÇA
  • LIVRANÇA EM BRANCO
  • LIVRE DE ÓNUS E ENCARGOS
  • LOCAÇÃO FINANCEIRA (LEASING)
  • LOCAÇÃO FINANCEIRA RESTITUTIVA (LEASE-BACK)
  • MARGEM OU SPREAD
  • MEDIADOR DO CRÉDITO
  • MORATÓRIA NO CRÉDITO HABITAÇÃO PARA DESEMPREGADOS
  • MUTUANTE
  • MUTUÁRIO
  • MÚTUO
  • OBRIGAÇÃO DE CAPITALIZAÇÃO AUTOMÁTICA (OCA)
  • OBRIGAÇÃO DE CUPÃO ZERO (OCZ)
  • OPÇÃO DE COMPRA
  • PAPEL COMERCIAL
  • PENHOR
  • PENHORA
  • PERÍODO DE AMORTIZAÇÃO
  • PME INVEST
  • PRAZO DO EMPRÉSTIMO
  • PRESTAÇÃO
  • RATING
  • REESTRUTURAÇÃO DE CRÉDITO
  • REMESSA DE EXPORTAÇÃO
  • RENTING
  • RESOLUÇÃO DO CONTRATO
  • “REVERSE FACTORING”
  • SERVIÇO DA DÍVIDA
  • SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS
  • SISTEMA DE PAGAMENTO A FORNECEDORES
  • SPREAD
  • STAND-BY LETTER OF CREDIT
  • SWAP (PERMUTA) DE TAXA DE JURO
  • TAE (TAXA ANUAL EFECTIVA)
  • TAEG (TAXA ANUAL DE ENCARGOS EFECTIVA GLOBAL)
  • TAER (TAXA ANUAL EFECTIVA REVISTA)
  • TAN (TAXA ANUAL NOMINAL)
  • TANB (TAXA ANUAL NOMINAL BRUTA)
  • TAXA DE ESFORÇO
  • TITULARIZAÇÃO DE CRÉDITOS
  • TOTAL RETURN SWAP (CONTRATO DE PERMUTA FINANCEIRA DE FLUXOS DE CRÉDITO)
  • TRANCHE
  • USUFRUTO
  • VALOR RESIDUAL (NA LOCAÇÃO FINANCEIRA)

Fazer um robe de Jedi

Young Obiwan Kenobi

Young Obiwan Kenobi

Cá em casa temos um jovem cavaleiro de Jedi. Isto é um grande orgulho para mim como Geek que entendo que a fantasia e a imaginação são grandes influenciadores da felicidade de uma criança.

Esta tudo a correr muito bem para este carnaval. Fomos à loja das fantasias e comprámos uma de Jedi. Só que a fantasia não tinha o robe. Aquele casaco castanho até aos pés com um capuz é aparentemente algo que dá grande posição social entre a criançada.

Como não encontrámos uma capa que servisse, decidimos fazer nós uma. Em conjunto com a C.Ferro fomos tratar de arranjar um tecido que aparentasse ser o robe pesado de um cavaleiro de Jedi. Fomos também à procura na internet de algumas indicações de como fazer um robe de Jedi.

Começámos por tentar um corte mais direito. O Iron Man serviu de modelo, mas o resultado não era o pretendido, como podem ver na imagem.

Jedi robe - Teste 1 no Iron Man

Jedi robe – Teste 1 no Iron Man

O robe de Jedi ficou muito tubular e não se parecia nada com o original O blog Simplisticly Sacy pareceu-nos ter as melhores instruções de como fazer um robe Jedi para crianças. Por isso, adaptámos-nos às instruções e fizemos novo teste.

Simplisticaly Sassy - Jedi Robe

Simplisticaly Sassy – Jedi Robe

O resultado com o desenho em sino era completamente diferente. O Iron Man já parecia um Jedi e ainda nem tínhamos feito as mangas.

Jedi robe - Teste 2 no Iron Man

Jedi robe – Teste 2 no Iron Man

Esta era a nossa primeira experiência em costura, mas eu e a C.Ferro queríamos que corresse o melhor possível. Uma boa prática quando se trabalha com tecido é fazer primeiro um molde em papel para testar tudo. Fizemos por isso um molde em papel em tamanho real que testámos no jovem Jedi.

Jedi robe - teste da manga

Jedi robe – teste da manga

Depois de vários testes com o papel, uns mais bem sucedidos que outros, usámos os moldes para marcar o tecido com um lápis de cera branco. A marcação a branco indica o sitio onde passará o fio que vai coser definitivamente as várias partes, por isso o corte do tecido é feito cerca de um centímetro para fora da marcação.

Jedi robe - marcação do tecido

Jedi robe – marcação do tecido

Antes de começarem a coser o tecido definitivamente, fizemos o que se chama alinhavar. Alinhavar é dar uns pontos que se limitam a prender o tecido na sua posição final, mas ainda sem o objetivo de ficar aí definitivamente. Isto permite que qualquer defeito detetado possa ainda ser corrigido em mais um teste.

Jedi robe - alinhavar antes de coser

Jedi robe – alinhavar antes de coser

Depois de alinhavado no lugar, o tecido está muito mais fixo o que permite detetar e corrigir defeitos antes de ser definitivamente cosido na posição final. Depois de uma prova final, podemos começar a coser.