14 maneiras de cozinhar batatas

E cá estão 14 maneiras de transformar batatas em algo apetitoso. Há ali no vídeo uma forma de aproveitar as cascas de batata para comer com molho depois de fritas. Já experimentei isto uma vez, mas não fui eu que fiz. Acho que vale a pena tentar fazer.

Licenciados a mais?

Esta pergunta é normalmente muito confusa, para muita gente! Sempre que surge a questão, a grande maioria insurge-se contra ela, começa a disparar em todas as direcções, e depois acalmam quando confrontados com a realidade.

Porque querem todos ser licenciados? Porque, infelizmente, sobretudo em países como o nosso, não é normalmente a meritocracia que conta, mas sim o canudo. E há a perceção que quem mais títulos académicos tem, mais ganha. E, para quem pensa assim, é uma afronta pensar que o licenciado tem que fazer outro trabalho qualquer…

Vem este artigo a propósito de mais uma análise internacional sobre o tema. Saiu uma referência no Slashdot no início desta semana, a apontar para um estudo das Estatísticas Canadianas (INE de lá) a apontar para uma sobrequalificação dos licenciados Canadianos recentes. Aí se evidencia que 40% dos licenciados com idades entre os 25 e 34 anos tinham qualificações a mais para o trabalho que desenvolviam. A maioria dos licenciados com qualificações a mais eram das Humanidades, Ciências Sociais, Direito e Gestão.

Atrevo-me a dizer que o problema não é um exclusivo obviamente do Canadá. Há muitos a considerar que há uma bolha na Educação. Segundo um artigo do Wall Street Journal, mais de 15% dos taxistas Americanos têm uma licenciatura, contra 1% de há quatro décadas atrás. O problema nos Estados Unidos, e também noutros países, está fortemente relacionado com os custos/empréstimos do Ensino Superior. Mas, por cá, o problema é semelhante, e quando alguém alerta para o problema, não faltam entrincheirados prontos a responder

É claro que este provincialismo e apego ao canudo se vai pagar no futuro. As empresas estão mais viradas para resolver problemas concretos, e aspiram a quem resolva problemas, e não a quem tem simplesmente um canudo. Se tiverem um canudo e forem bons a resolver problemas, terão saída; os outros, não.

Se chegou aqui e está indignado com o que escrevo, é possível ter uma visão sobre o que aí vem. O Google, por exemplo, contrata cada vez mais pessoas que nunca foram para uma Universidade. Isto depois de no passado ter feito perguntas demasiado inteligentes aos candidatos… Há profissões que permitem ganhar muito dinheiro sem licenciatura… Para isso, há que nos aplicarmos!

Suporte para o Pebble Time em cartão

Cardboard Charging Dock for Pebble Time

Já sabem que investi na campanha do Pebble Time e que tenho um Pebble Time Steel. Só tiro o meu Pebble para tomar banho porque instalei uma app que me dá uns valores de que havemos de falar daqui a uns tempos, mas há quem o tire e o coloque num suporte, nem que seja para o carregar.

Sabemos que o custo do suporte pode não entrar na rubrica “Grandes investimentos da minha vida”, por isso uma solução de baixo custo pode poupar-vos a mais um discurso do tipo “Mas para que raio queres isso”. Esta é a proposta em cartão para quem quer mesmo poupar num suporte para o Pebble.

Contas à Continente

Uma das coisas que faço sempre que vou às compras é confirmar o talão das compras. Por isso, sou também visitante relativamente frequente do atendimento a cliente.

Ontem, fiz mais umas compras semanais. Como sempre, entre sair da caixa e chegar ao carro, faço uma confirmação das compras. Das quantidades, dos valores, das promoções, descontos, etc. A primeira verificação é mais global, e depois até chegar ao carro, enquanto espero no tapete rolante, faço verificações mais cuidadosas.

Algumas vezes vejo como me despistei. Outras vezes, regozijo com os bons descontos conseguidos. Este fim de semana, nem 5 metros já tinha andado, e já estava a travar para encostar nas boxes do atendimento a clientes…

Depois de ter saído da caixa às 11:06, tirei logo o ticket para ser atendido. Fui apenas atendido às 11:26. Só me despachei eram 11:32. A razão da queixa era bastante simples:

Banana ao preço de kiwi de "selecção"!

Banana ao preço de kiwi de “selecção”!

Em vez de me cobrarem banana ao preço de banana, cobraram-me ao preço de kiwi de “selecção”! Se não estivesse atento, tinha pago 4.68 € em vez de 1.55 € que acabei por pagar. Mais de 3 euros que iam ficar com o Continente…

Mas o pior foi confirmar que há outras pessoas a olhar com atenção para as compras. Quem tinha sido atendido antes de mim tinha pago 9.99 € por um pacote de massas, que pouco mais de um euro deviam ter custado. Tinham comprado no dia anterior, Sábado, e por isso tinham voltado de romaria no Domingo…

Agora, vou passar a confirmar tudo antes de sair da caixa. Nem que tenha que ficar a encravar aquilo. Mas, assim, deixo de arriscar a perder meia hora da minha vida por incompetência de outros…

Gráficos que não são factuais, mas têm muito de verdade

truthfacts.com

truthfacts.com

O site Truthfacts.com publica uma série de factos da vida de forma muito pouco cientifica, mas com uma excelente apresentação em infográficos… e vocês sabem como não conseguimos resistir a um bom gráfico. Não deixem de ver a compilação que o blog PulpTastic.com fez destes infográficos.

O Mundo em 2505?

Já assistimos a muitos filmes que nos dão uma visão de futuro. A maioria dos que vi mostram-nos uma Raça Humana muito evoluída. Alguns, poucos, dão-nos uma visão aterradora e/ou apocalíptica.

Não estava por isso preparado para o filme que vi no passado fim de semana. Devo dizer que é politicamente incorrecto, mas tem porventura alguns ensinamentos muito importantes.

Curiosamente, o filme vai no sentido de alguma percepção que venho recolhendo nos últimos anos. A ciência evolui numa direcção assustadora. E muitas coisas estão efectivamente a regredir…

Se não acredita, vou pegar apenas num exemplo: o da exploração espacial. Os Americanos foram pela última vez à Lua em 1972. Na verdade, nesse ano de 1972 foi a última vez que Humanos ultrapassaram a órbita baixa da Terra. Nessa década, ainda conseguiram lançar várias sondas com muito sucesso. E, no início da década de 80, surgiu o Space Shuttle. Mas, a partir daí, foi sempre a descer. No início da década de 90 lançaram um telescópio com miopia, que teve que levar com uns óculos mais tarde. Uns anos mais tarde, outra nave espacial falhou porque se confundiram quilómetros com milhas. Há uns anos, o Space Shuttle deixou de voar, porque entre outras coisas, acabou o stock de processadores 8086. E depois de dois de cinco deles terem causado a morte de todos os astronautas a bordo. Nestes últimos anos, a simples ida ao espaço está dependente do taxi russo Soyuz. Há pouco mais de um ano, a falha na tentativa de privados chegarem perto do espaço resultou de um erro confrangedor. Entretanto, é cada vez mais difícil lá chegar

O filme “Terra de Idiotas” (“Idiocracy” em Inglês) é uma visão assustadora sobre o nosso futuro. Infelizmente, na minha opinião, parece ser mesmo nesse sentido que a Sociedade Moderna caminha… Se ainda não viu, pode ver o trailer abaixo, para ficar com uma ideia do que o futuro nos reserva: