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Sensores no Android

Dados do sensor do telemóvel

Depois de termos falado do acelerómetro do telemóvel, descobri que ele tem mais sensores do que pensava! Depois de algumas pesquisas descobri a app AndroSensor. Ela reune vários indicadores dos varios sensores do telemóvel, sendo alguns verdadeiros achados, como é o caso do nível de ruído. Também interessantes são a intensidade do campo magnético e o nível de luminosidade.

Os sensores não se comparam porventura a sensores profissionais, mas servirão para umas experiências interessantes. Algumas outras apps tratam os diferentes sensores de forma individualizada, como este para os campos magnéticos, ou esta que funciona como bússola. De qualquer forma, o AndroSensor tem a grande vantagem de gravar os dados, essencial para as nossas experiências…

Construir uma montanha russa em PVC


Depois dos ilusionistas low cost e de como podem ter um dia divertido com as crianças inventando brincadeiras, fazendo bolachas ou como fazer melhor as vossas trufas de chocolate caseiras, fui procurar o nosso próximo projeto caseiro para passar a tarde.

Podemos passar a tarde a fazer muitas coisas, mas o senhor do video leva o prémio do maior maluco depois de fazer esta Montanha Russa caseira.

 

Ventoinhas para arrefecer?

Nestes dias quentes, tenho estado numa casa no Algarve. Com os meus termómetros, e sem ar condicionado, tenho lutado para arrefecer um pouco a casa… Dispunha também de uma ventoinha vertical, pelo que resolvi fazer umas experiências com ela.

Coloquei o termómetro no quarto, um dos locais a precisar de arrefecimento. O termómetro foi colocado numa das esquinas do quarto, longe da janela. A monitorização decorreu durante menos de um dia, e os resultados anotados são visíveis no gráfico abaixo.

Como se pode observar, a utilização da ventoinha não foi propriamente benéfica. Sair de casa e fechar os estores a meio da tarde revelou-se uma das melhores medidas. Abrir as janelas e aproveitar a corrente de ar também se revelou positivo. Mas quando comecei a utilizar a ventoinha, a coisa não aquecia nem arrefecia.

Por volta das 21:50, lá acertei a ventoinha com o sentido da corrente de ar, e a temperatura baixou dramaticamente. Mas tal teria provavelmente também ocorrido se não tivesse ligado a ventoinha. Por várias vezes dei-me conta que a ventoinha estava a contrariar o sentido da deslocação da corrente de ar, pelo que estava a ter um efeito negativo… E quando pelas 23:40 se termina a corrente de ar, a temperatura começou a subir, para praticamente só parar de manhã!

Das minhas experiências, resulta que a ventoinha teve um impacto muito reduzido na descida das temperaturas. Já tinha essa impressão de utilizações anteriores, mas com estes dados, prefiro apostar em dominar melhor as correntes de ar

Temperaturas numa noite quente no Algarve

Talheres na máquina de lavar loiça

Talheres prontos a lavar

Uma das perguntas frequentes é se devemos virar os talheres para baixo ou para cima na máquina de lavar loiça. No meu caso, as facas são as primeiras a entrar, e por razões de segurança, vão sempre com as pontas afiadas para baixo. As maiores costumo-as colocar no cesto superior, até porque em baixo podem bloquear algum dos braços pulverizadores. Tenho sempre particular cuidado com as melhores facas, pois elas vibram durante o processo da lavagem, e não vamos querer que elas andem a afiar o metal dos cestos ou outras superfícies que danifiquem a sua qualidade de corte.

Os outros talheres disperso-os, uns para cima e outros para baixo, e misturo-os. Os que estão virados para baixo tipicamente lavam melhor, e isso não está relacionado apenas com a importância do braço pulverizador. Se o lixo está em cima e discorre para baixo, acho que compreendem a vantagem da parte mais suja estar virada para baixo. Por isso, viro para cima aqueles talheres mais limpos. Particular atenção deve ser dada às colheres, as quais têm tendência a agrupar-se em concha. Quando isso acontece, ficam quase sempre mal lavadas. Assim sendo, misturar as facas, colheres e garfos dá normalmente um bom resultado.

A orientação dos talheres para fora do cesto, e para o centro da máquina, favorece o processo de lavagem. As colheres de servir, também pela sua dimensão, vão igualmente quase sempre para o cesto superior. É importante que fiquem com a concha sempre virada para baixo. Já para as colheres de pau utilizo a mesma técnica, embora diversas opiniões sejam contra a sua lavagem nas máquinas. Na verdade, na nossa, aquando da lavagem dos filtros, aparecem umas fibras que parecem nelas originar…

Temperaturas na Cozinha no Verão

Os leitores habituais do Poupar Melhor sabem que eu controlo frequentemente as temperaturas na cozinha. Algumas das experiências mais recentes envolvem a monitorização durante uns dias particularmente quentes, bem como a observação do impacto da criação de uma corrente de ar.

Nos primeiros dias deste mês deixei os termómetros outra vez na cozinha, na extremidade oposta à janela. O termómetro representado no gráfico abaixo a azul ficou quase rente ao chão, enquanto o representado a vermelho ficou dois metros mais acima.

Como podem observar, a evolução característica do frigorífico é visível nas temperaturas do tecto da cozinha. A temperatura junto ao tecto continua a ser sempre superior à do chão, enquanto a temperatura inferior regista claramente uma maior variabilidade, respondendo muito rapidamente à abertura da janela, que se observa especialmente ao início da noite de 2 de Agosto.

A evolução destas temperaturas faz-me pensar na utilidade que daria ter uma saída de ar junto ao tecto da cozinha. No Verão, essa saída de ar seria um escape óptimo para o ar mais quente, embora no Inverno tivesse que ser uma saída que pudesse ser fechada. Faz-me pensar nos ventiladores que existem tipicamente nas casas de banho… Alguém já viu algum numa cozinha?

Temperaturas Cozinha no Verão

As temperaturas de uma caixa de tejadilho

Quando vamos de férias mais prolongadas, a caixa de tejadilho costuma ir connosco. Uma das dúvidas que me assolava era quanto mais quente era a temperatura dentro da mala de tejadilho, quando comparada com a temperatura da bagageira.

Para fazer a comparação, na partida para férias coloquei um termómetro na bagageira e outra na caixa de tejadilho, ambos do mesmo lado direito do veículo. A viagem foi num dia de algum calor, de Lisboa para o sotavento algarvio. A viagem pela A2 terminou antes de Grândola, quando já se verificava pára-arranca. O resto da viagem pelo IC2 mostrou-se muito tranquila, onde aproveitamos para almoçar muito melhor que nas estações apinhadas da A2. Em Faro acabamos por ir às compras e atestar, poupando 16 cêntimos por litro.

Toda esta descrição serve para contextualizar o gráfico abaixo. A vermelho está a temperatura na caixa de tejadilho, enquanto o azul representa a temperatura na bagageira. Fiquei surpreendido com a pequena diferença de temperaturas entre a bagageira e a caixa de tejadilho, que muitas vezes não supera um grau centígrado. Esperava que o ar condicionado da carrinha tivesse um impacto fresco na bagageira, dado que há continuidade entre o habitáculo e a bagageira, mas tal verificou-se apenas na parte inicial do trajecto do IC2, e na parte final do percurso. Em alguns momentos verificaram-se mesmo temperaturas mais baixas na caixa de tejadilho…

Há muito factores a influenciar certamente as temperaturas medidas, incluindo a orientação do Sol, a temperatura exterior, e aparentemente a própria velocidade do automóvel. Vou continuar a investigar estas variáveis, para perceber qual é realmente a zona mais fresca, e como podemos evitar uma maior subida de temperatura…

Temperaturas na caixa de tejadilho e bagageira