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Hora certa no Android

Acertando relógio

Preparado para começar a utilizar os sensores do meu telemóvel, decidi verificar se tinha a hora certa, para que os registos fossem o mais correctos possíveis. O conceito de hora certa é muito importante quando se efectuam registos, embora o conceito da hora certa seja particularmente complexo, como podem constatar neste magnífico documento. Para quem quiser saber a hora certa em qualquer momento, há vários sites na Internet, sendo possível obter a hora legal em Portugal neste URL.

Quando fui verificar se o meu Android tinha a hora certa, estava 30 segundos adiantado. Depois de acertar as hora e os minutos, e carregar no botão de acertar ao segundo certo, pensava que estava pronto para começar. Mas 30 segundos depois, constatei que o Android já havia saltado um minuto! Nem queria acreditar, sobretudo depois de novo acerto, e passados umas dezenas de minutos, quando constatei que é uma falha inconcebível dos Android!!!

Ainda tentei verificar se o meu operador, a TMN, já forneceria a hora ao telemóvel, pois este tem uma opção que o suporta. Também não resultou! Felizmente, no link do parágrafo anterior, há cerca de um mês, um utilizador colocou uma dica interessantíssima: se se atrasar o relógio dos Android mais de UM ANO, desligar-se o telemóvel e voltar a ligar, o Android acerta a hora certinha, e isto se estiver ligado à Internet.

Experimentei, e funcionou tal como anunciado. Finalmente tinha o telemóvel com o tempo certo ao segundo! Já estava preparado para começar a fazer registos como deve ser. Entretanto, actualizei finalmente o firmware do telemóvel, que há cerca de dois meses atrás apenas suportava o Android 2.3. Agora, com o Android 4.0.4, estes problemas desapareceram, e até já sincroniza automaticamente com o operador…

Carga térmica

Em artigos anteriores, abordamos como a utilização de ventoinhas não foi particularmente benéfica nas nossas férias, bem como a observação que fizemos da variação das temperaturas no chão e tecto da sala. Nos dias seguintes das férias, optei por deixar os termómetros, um na sala, e outro no quarto, ambos a cerca de 80 cm de altura.

A evolução das temperaturas é visível no gráfico abaixo. A curva a azul representa a temperatura do quarto, enquanto a curva a vermelho representa a da sala. A temperatura da sala foi constantemente superior, sobretudo porque está voltada a sul, enquanto o quarto está voltado a norte. Acresce que a corrente de ar que se estabelecia na habitação entrava pelo quarto e saía pela sala, o que significa que o quarto arrefecia, de forma notória, mais rapidamente.

Aquecimento derivado de carga térmica

No gráfico estão visíveis os momentos em que as janelas foram abertas para criar uma corrente de ar, bem como os momentos em que as mesmas janelas foram fechadas, antes de deitar. Na verdade, entre esses dois momentos, elas foram abertas e fechadas algumas vezes, resultando nas oscilações visíveis, mas não documentadas no gráfico. Durante o dia 24, a casa esteve basicamente fechada, e daí a estabilidade das temperaturas. É importante realçar que se registou igualmente uma descida das temperaturas exteriores no período analisado.

O mais interessante é verificar que, depois de fechadas as janelas e terminada a corrente de ar, as temperaturas voltam a subir, praticamente à mesma velocidade que desceram, apesar das temperaturas exteriores continuarem a descer. Tal explica-se pelo conceito de “carga térmica”, e que consiste basicamente na libertação do calor acumulado, neste caso, essencialmente nas paredes.

Em ambos os dias, a temperatura alcançada durante a madrugada é apenas ligeiramente inferior à registada durante o dia. Mesmo quando o período de circulação de ar foi substancial! Na verdade, são muitos os factores que podem condicionar esta evolução, e dificultar o estabelecimento de temperaturas mais confortáveis no Verão, na ausência de sistemas de ar condicionado. Por isso, iremos continuar a referenciar este conceito, tão importante no Verão, mas obviamente também no Inverno…

Reutilização de manuais escolares

Logo de reutilizar.org

Ontem, quando respondia ao Mário Duque, neste artigo, divaguei nos meus pensamentos uma vez mais sobre os elevados custos dos manuais escolares. Apesar dos descontos disponíveis no Jumbo e Continente, e certamente em mais locais, a verdade é que continuam a ser um fardo bem pesado para a grande maioria das famílias portuguesas…

Sempre fui um defensor de que os livros da sabedoria deviam ser reaproveitados, e não ficar praticamente esquecidos nos quartos dos nossos filhos. Lá em casa, os dois miúdos estão distanciados por apenas dois anos, na mesma escola, mas não se reaproveita um único livro! Muitos pensam assim, como já referenciamos anteriormente. O que dava jeito, pensei novamente, era conseguir arranjar um esquema para efectuar essa partilha…

O que encontrei surpreendeu-me, muito pela positiva! É o reutilizar.org – Movimento pela reutilização dos livros escolares. Segundo o próprio site, é “um movimento informal de cidadãos que promove a criação e divulgação de bancos de recolha e troca gratuita de livros escolares em todo o País“. Há provavelmente um banco perto de si. Tem tido um merecido aparecimento nos Media, e a página do Facebook regista novidades frequentes. Nós já encomendamos os livros cá em casa, mas vou procurar contribuir. Contribua também!

Variações de temperatura numa sala no Verão

A semana passada havíamos referenciado como a utilização de uma ventoinha numa casa quente do Algarve não havia dado grandes resultados. Nos dias seguintes, utilizei os termómetros para registar mais algumas experiências de arrefecimento passivo da casa. Uma das experiências foi observar a variação da temperatura da sala, junto ao chão e ao tecto. Já anteriormente havíamos observado que as temperaturas junto ao tecto são superiores, bem como havíamos analisado a variação das temperaturas no fundo e topo da cozinha, na presença também de correntes de ar.

Na imagem abaixo, a curva a vermelho representa a temperatura junto ao tecto, enquanto a curva a azul representa a temperatura junto ao chão da sala, em cerca de 24 horas, com uma temperatura exterior relativamente elevada. Em ambos os casos, as temperaturas foram superiores às do quarto, facto compreensível, dada a circunstância de a sala estar virada a sul. As duas curvas registam uma evolução não muito diferenciada. Em particular, regista-se uma diminuição de temperaturas na saída de casa a meio da tarde, uma subida forte no regresso a casa, e uma diminuição com a criação da corrente de ar.

Temperaturas no chão e no tecto de uma sala no Verão

Mas, o que mais me chamou a atenção neste gráfico foi a evolução das temperaturas durante a parte final da madrugada e início da manhã. Nesse período, e enquanto a temperatura junto ao tecto se manteve estável, a temperatura junto ao chão iniciou uma subida bastante linear. A subida tornou-se ainda maior a meio da manhã, afectando ambas as curvas, mas a culpa aí foi da actividade humana…

Embora não tenha entendido a razão para esta discrepância nas variações das duas curvas, a verdade é que se verificou uma diminuição da estratificação térmica. E tal é sempre positivo, pois grandes diferenças de temperatura dentro de uma mesma divisão não são desejáveis.

Guarde os headphones com uma embalagem de fita cola

EASY headphone storage hacks @instructables.com

EASY headphone storage hacks @instructables.com

Já aqui tínhamos visto como os headphones e os fios embaraçados eram toda uma ciência digna de prémios ignóbeis.

No site Lifehacker fui encontrar mais uma forma de fazermos melhor o que fazíamos dantes e desta vez tem a ver com a sugestão de como guardar os headphones.

 

Como fazer uma máquina de lavar roupa quando não há eletricidade


Já aqui tínhamos falado de como podiam fazer um frigorífico quando não haja eletricidade.

Se tivermos mesmo de acabar com os custos de eletricidade, algo que esperamos não aconteça a nenhum dos nossos leitores, existe sempre uma forma alternativa de fazer o que já faziam antes sem gastar eletricidade.

O site Home Chunk para além de outras coisas fez uma compilação de como podemos construir uma máquina de lavar roupa sem eletricidade e sem recursos.