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Poupar nas compras acima de 25£

@mluisbrown no Twitter

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O J. Neves, que também faz uma perninha aqui no Poupar Melhor quando pode, alertou-me para um Twitt do M. Luis:

É ridículo que consigo poupar €20 ao encomendar 8 lâminas Gillette da http://amazon.co.uk  em vez de comprar no supermercado cá.

A conversa permitiu perceber como é que ele fez as contas que o levam a dizer o que disse:

@designerferro ficou em €53,30 total. No Continente ou Jumbo cada emb. custa €36,89, ou seja €73,78, mais €20.

Não são exatamente €20,00, mas sim 17,48 € €20,48 (como o próprio M. Luis diz ali em baixo nos comentários).

Alguma razão existirá para isto ser como é, mas com esta diferença de preços e as queixas femininas de que a barba pica, esta dica vai melhorar a vida do casal e poupar ao mesmo tempo.

O tomate

Um tomate seccionado

Outro dos meus alimentos preferidos é o tomate. Já aqui falamos da plantação de uma das variantes, o tomate cherry, e na sequência de outros artigos, nomeadamente sobre as cenouras, as alfaces e os morangos, referenciamos aqui mais um excelente documento, desta vez sobre os tomates.

Não sabia que era a cultura hortícola com maior importância em Portugal, mas se todos comessem tantos como eu, então a importância seria certamente maior! Eu gosto particularmente de tomate na salada, e sou particularmente ávido por umas rodelas com sal, embora admita que não faça talvez muito bem à saúde. Polpa de tomate e ketchup são também algo que consumo com frequência…

Como é habitual nesta sequência de documentos, é muita a informação disponibilizada sobre o tomate, incluindo as diversas fases da cultura, os principais factores que influenciam a produtividade, bem como as pragas e doenças que os afectam. Se está interessado nos pormenores deste magnífico alimento, não deixe de ler o documento.

Códigos dos ovos

Um ovo criado em gaiola

Os ovos são um dos meus alimentos preferidos, e felizmente os níveis de colesterol não colocam entraves ao seu consumo. Ao longo dos últimos anos, fui dando conta que eles continham um código, mas na verdade nunca equacionei o seu significado.

No outro dia, ao comprar uns numa promoção do Continente, e ao verificar que não estavam partidos na embalagem, um dos códigos estava fixamente a olhar para mim! E foi então que reparei no “PT” do código, um bom sinal pensei eu, depois das polémicas dos últimos tempos.

Na verdade, os códigos colocados nos ovos identificam mais do que o país em que são produzidos, e o prazo de validade. Estão definidos nomeadamente no Decreto-Lei nº 72-F/2003. O primeiro dígito do código informa sobre o modo de criação do ovo, sendo quatro as possibilidades:

  1. Ovos de galinhas de criação biológica
  2. Ovos de galinhas criadas ao ar livre
  3. Ovos de galinhas criadas no solo
  4. Ovos de galinhas criadas em gaiolas

Uma boa descrição de cada um dos modos de produção está disponível neste link. Depois do código do País, segue-se o código da Direcção Regional de Agricultura onde a exploração está registada, sendo que os últimos três dígitos identificam a exploração propriamente dita.

A grande maioria dos ovos comercializados são do tipo 3, sendo difícil encontrar dos restantes, até porque são normalmente bastante mais caros. Se pretender um tipo específico de ovo, não se esqueça de observar o seu código!

Consumo electricidade em período de férias

Como relatamos neste artigo, antes de partirmos este ano de férias, conseguimos deixar o congelador do frigorífico desligado. O objectivo era mesmo deixar todo o frigorífico desligado, mas por mais que uma razão, tal não foi possível.

Tal permitiu analisar o comportamento do consumo de electricidade da casa, num cenário em que apenas ficou a funcionar praticamente o frigorífico. Na imagem abaixo estão expressos os valores de consumo de electricidade de quatro dias de meados de Agosto. Aí se verifica um consumo mínimo ligeiramente acima dos 30 Wh, observando-se subidas periódicas, que correspondem ao frigorífico.

Consumo electricidade em período de férias

Tais subidas já aqui foram observadas anteriormente, como por exemplo neste artigo. Todavia, observa-se apenas um primeiro patamar de consumo, o que reforça a hipótese que avançamos anteriormente de que cada um dos patamares de consumo corresponderia a um dos compressores.

O gráfico de consumo reforça as vantagens de deixar o frigorífico desligado nos períodos de férias. Ainda que só do congelador, como foi o nosso caso. Ainda assim, ter deixado o frigorífico ligado correspondeu a um importante consumo diário, cerca de metade dos 1,5 KWh consumidos durante estes dias de férias. Tal significa que o valor da electricidade diário na nossa casa desocupada foi de cerca de 25 cêntimos.

Considerando que o consumo do compressor do congelador é semelhante ao do frigorífico, como se observou anteriormente, e que se descontam os 30 Wh de consumo de base, a poupança de desligar o congelador durante três semanas terá sido de, aproximadamente:

(21 dias x (1,5 – (0,03 * 24))Kwh x 0,1323 € ) + IVA = 2.67 €

Convenhamos que estava à espera que fosse um pouco mais… Ainda assim, há as vantagens da diminuição do consumo, em função da retirada do gelo, que terá efeitos a partir de agora…

Little Free Library partilha livros com outros

Little free library

Little free library

As iniciativas de partilha de conhecimento têm permitido a todos aumentarmos o nosso conhecimento e com isso tomarmos melhores decisões.

Por causa da ideia partilhada pelo A.Sousa lembrei-me de recuperar algo que tinha visto no Boing Boing. Agora não é para partilhar livros escolares, mas para partilhar livros de leitura.

A ideia é termos um pequeno armário na rua com livros oferecidos para ler disponível a quem passa. Não vamos aqui detalhar como funciona porque isso podem ir lá ler, mas apenas mostrar que nem só de Poupar se pode fazer uma vida melhor. Também têm de dar.

Corte de relva

Neste artigo falamos da importância dos horários de rega dos jardins. Hoje, vamos abordar alguns dos aspectos relacionados com o corte da relva dos nossos jardins.

Um dos aspectos principais do corte está relacionado com a altura do corte. De um modo geral, o corte deve ser mais alto no Verão, para evitar que a terra e a relva seque. A própria altura da relva serve para criar mais sombra, e assim permitir uma maior luta contra cenários de seca, minimizando igualmente as necessidades de rega. Na Primavera e Outono, o corte deverá ser mais baixo. Quanto mais o relvado é calcado, mais alto deve ser o corte, para permitir uma rápida regeneração. Quanto mais baixo é o corte, maior é a fraqueza para a relva, pelo que só quando a taxa de crescimento é elevada, é que é recomendado cortá-la baixa. Em qualquer caso, não deverá cortar, em cada momento, mais de um terço da altura da relva.

Igualmente importante é ter as lâminas do corta-relva bem afiadas. Quando isso não acontece, em vez de cortar a relva, provavelmente estará a arrancá-la. Deve verificar os restos presentes no corta-relva, para verificar se isso está ou não a acontecer. Deste link retiramos as duas imagens abaixo, a mais à esquerda relativa a uma relva bem cortada e a da direita, mal cortada.

Igualmente importante é recolher os restos da relva, dado que o depósito desses restos no relvado abafa o próprio relvado. Na verdade, não é um meio eficiente de adubamento, sendo preferível a compostagem. Deve evitar-se o corte da relva quando a relva está húmida. Fiquei mesmo um pouco surpreendido quando verifiquei que online é possível obter previsões sobre a adequabilidade do corte da relva. Mas tenha também em atenção os momentos da rega. Cortar um relvado regado é mais difícil, deixa marcas, e o resultado não é o relvado que todos esperamos…