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Outras pequenas bibliotecas livres

Banco com livros em Sacavém

Banco com livros em Sacavém

Há tempos, por causa da ideia partilhada pelo A.Sousa lembrei-me de recuperar algo que tinha visto no Boing Boing. Agora não para partilhar livros escolares, mas para partilhar livros de leitura.

O amigo Ricardo C. enviou-me então a foto acima para me dar nota do que houve já em tempo em Sacavém um projeto que colocava nos bancos de rua, com o patrocínio da Gulbenkian.

Os promotores da iniciativa  uma biblioteca ao ar livre chamaram-lhe Bibliobanco e fazia parte do projeto “Ler Por Sacavém”. O projeto, como indica no site do promotor, pretendia permitir a todas as pessoas encontrar livros fora de portas, numa biblioteca não convencional, sem chaves nem funcionários no local.

Mais sitios para trocar livros

Site de partilha de livros Bookcrossing

Site de partilha de livros Bookcrossing

Ainda sobre a ideia das iniciativas de partilha de livros, o amigo Ricardo C. enviou-me um link para o site de partilha de livros Bookcrossing.

Confesso que desconhecia, mas aqui fica a nota.

Poupar em lâminas de barbear

Num artigo anterior, abordou-se a questão do custo de lâminas de barbear. Independentemente da marca, sejam Gillette, ou outra qualquer, há todavia outra forma importante de poupar em lâminas, e que consiste em preservar a sua qualidade de corte, durante o máximo de tempo possível.

Uma das teorias mais divulgadas sobre a longevidade das lâminas para barbear diz que a diminuição da qualidade do corte está relacionado com a oxidação das lâminas, para além obviamente da quantidade de utilização. As marcas obviamente não estão interessadas em divulgar estes truques, mas algumas experiências parecem demonstrá-lo.

Ao longo dos anos tenho feito um esforço para aplicar técnicas de secagem das minhas lâminas. Devo começar por referir que as minhas lâminas, do tipo Gillette Mach 3, de marca branca, duram meses e meses cada uma. A minha técnica é simples: depois de enxaguar as lâminas, sacudo-as com força várias vezes, à semelhança desta dica para limpar as mãos. Curiosamente, não tenho por hábito secá-las na toalha como alguns recomendam. Prefiro deixá-las a secar, com as pontas das lâminas viradas para cima. A minha teoria é que elas viradas para baixo (hão-de reparar que a maior parte dos suportes incentivam essa prática; porque será?), seja na horizontal, seja na vertical, acabam sempre por receber a humidade que discorre do interior das lâminas, impossível de secar por meios convencionais. E pior: essa humidade concentra-se na ponta das lâminas, onde o impacto da oxidação é certamente maior!

Formas não convencionais de secar as lâminas incluem a utilização de secadores de cabelo, da referida secagem numa toalha, imersão em alcool ou vinagre, ou mesmo a sua colocação em locais com menos humidade que as casas de banho. Da minha perspectiva, não faz sentido está a poupar em lâminas, para gastar o mesmo ou mais em electricidade ou outros produtos… Com os vários meses que as minhas me duram, com esta prática simples, já me dou por muito satisfeito!

Troca de manuais escolares

O Hobbit J.R.R. Tolkien

O Hobbit de J.R.R. Tolkien

Como já aqui vos tínhamos dito, em casa do A.Sousa há dois miúdos com diferença de apenas dois anos, na mesma escola, mas não se reaproveita um único livro.

Nessa ocasião houve oportunidade de apontar para o reutilizar.org – Movimento pela reutilização dos livros escolares, que segundo o próprio site, é “um movimento informal de cidadãos que promove a criação e divulgação de bancos de recolha e troca gratuita de livros escolares em todo o País“.

Por causa da ideia partilhada pelo A.Sousa lembrei-me de recuperar algo que tinha visto no Boing Boing, mas agora O. Mateus veio propor-nos nos comentários a troca de livros escolares através do site Winkingbooks.com. O site apresenta-se como uma plataforma de troca de Livros gratuita baseada em pontos.

Os pontos depois correspondem ao valor do livro. O envio do livro fica a cargo de quem tem o livro, mas em troca recebe 10 pontos que no meu caso já daria para ir buscar o Hobbit de J.R.R. Tolkien.

Gelo para arrefecer quarto II

Há cerca de uma semana, neste artigo abordamos o impacto da colocação de um litro de gelo num quarto. Como então referimos, o momento da colocação não foi o mais favorável, porque não permitia avaliar se a descida de temperatura então verificada se deveu à introdução do gelo, ou a uma evolução normal da temperatura.

Nesse sentido, foi efectuada uma segunda experiência, introduzindo um bloco de um litro de gelo, nas mesmas condições anteriores, nomeadamente do tempo de congelação. A introdução do gelo verificou-se num momento em que as temperaturas já tinham iniciado o habitual padrão de subida, por forma a averiguar mais facilmente a resposta da temperatura a essa introdução de gelo.

Como se pode observar na imagem seguinte (as curvas têm o mesmo significado do gráfico do artigo anterior), verifica-se uma resposta clara, com a manutenção da temperatura entre o gelo e a janela durante cerca de uma hora, registando uma progressiva subida a partir daí. A estabilidade no interior do quarto é ainda maior, mas isso é uma resposta igualmente expectável.

Temperaturas num quarto com introdução de 1 litro de gelo

Olhando para os valores em termos absolutos, verifica-se que a eficiência do arrefecimento não é certamente significativa. Como o leitor Santos refere nos comentários ao artigo anterior, há outras formas mais eficientes de arrefecimento. Esta é todavia apenas uma experiência, como outras que fizeram furor na Internet. Este Verão já não dará para fazer muitas mais experiências deste género, mas valerá a pena nelas insistir, até porque é bastante mais difícil realizar um arrefecimento de uma divisão, que o seu aquecimento…

Música para as ocasiões

Num artigo de há quase um ano abordavamos algumas reflexões sobre o impacto que sinto na condução, e consumo do automóvel, em função da música que oiço.

A Sonos, um site ligado à indústria musical, elaborou entretanto um poster bastante interesssante, e que reproduzimos ao lado (clique para ver melhor), sobre que música ouvir em determinadas circunstâncias. Segundo eles, uma música adequada pode manter-nos motivados, produtivos e estimular mesmo as nossas veias criativas.

Algumas das recomendações que eles dão fazem-me lembrar períodos da minha vida. Lembro-me perfeitamente da realização dos exercícios de Matemática, que fluíam melhor com uma batida ritmada; quanto mais rápida, mais rápida era a resolução dos exercícios… Uma boa rockalhada era uma excelente receita para me manter acordado nos longos trabalhos de programação. E na condução, nada que bata realmente o Pop.

Apesar de não gostar de alguns dos ritmos do poster, ele dá uma leitura instrutiva. Para as várias situações, haverá sempre um ritmo que o fará sentir-se melhor!