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Como guardar um fato na bagagem de mão

Se vão viajar e não gostam de ter de ficar à espera da mala de porão quando chegam, o melhor mesmo é levarem tudo na bagagem de mão. Pessoalmente gosto de usar um fato ou pelo menos levar um para a eventualidade de ter de participar em algo mais formal.

Colocar um fato na mala sem o enrugar é uma operação quase impossível, mas se usarem a técnica do vídeo poderão reduzir substancialmente o número de vincos à chegada. Quando chegaram, pendurem o fato na casa de banho para que a humidade o ajude a retomar a sua forma original.

Pórticos SCUT das A4, A8, A13, A19 e A33

Portagens SCUT

Mantemos na página Pórticos SCUT no Google Maps um conjunto de mapas com a localização dos pórticos das portagens electrónicas deste País. Essa página contém as principais auto-estradas SCUT a pagar, que operam no regime de portagens virtuais.

Acontece que as portagens nas SCUTs continuam a crescer, e por isso decidimos actualizar a página, com a localização e preço das portagens SCUT. Não foi uma tarefa fácil, até porque o Google Maps mostra várias delas em construção, e há uma, a A33, que nem sequer aparece, em grande parte do seu trajecto! Por isso, algumas das localizações estão sensivelmente a meio dos troços, enquanto não obtemos a localização precisa. Como os números das auto-estradas não nos dizem muito, a seguir enunciamos a sua localização:

  • A4: Troço da A4, a sul de Bragança, que evita a passagem pelo IP4, a norte da cidade;
  • A8: Troço em Leiria, que prolonga a A8 até à A1;
  • A13: Ligação da A23 a Tomar;
  • A19: Troço da variante da Batalha, que liga Leiria à N1 a sul, próximo de S. Jorge;
  • A33: Ligação entre o IC20 (Almada/Caparica) e Coina, futuramente ao IC32

Como se pode ver no mapa acima, já são 88 os pórticos que temos mapeados nas SCUT/auto-estradas portuguesas.

Façam a vossa mala como um profissional

Pessoalmente gosto de levar pelo menos um fato quando vou de viagem, mas se isso não for requisito, aqui fica uma forma de prepararem a vossa mala de viajam como um profissional. Um dos conselhos mais comuns é colocar as meias dentro dos sapatos quando as colocam na mala.

Estacionar quando sair do país pelo Aeroporto de Lisboa

Motociclos por @designerferro

Motociclos por @designerferro

Em tempo falei-vos aqui de como é frustrante ir buscar alguém ao Aeroporto de Lisboa só para descobrir que pagámos caro o parque de estacionamento para estarmos à espera. Na altura sugeri que fossem até à Área de Serviço onde podem tratar da lavagem do carro, usufruir da esplanada ou rever a pressão dos pneus enquanto aguardam pelo vosso passageiro.

Hoje vou até Bruxelas e na preparação da viagem deparei-me com o problema de ter de pagar o transporte de fora de Lisboa até ao Aeroporto ou o estacionamento que estivesse fora. Enquanto a ANA oferece um valor de 5,00 € por dia para estacionar no parque 4, pareceu-me o momento ideal de ginasticar os meus conhecimentos de utilização do Google e dei com esta frase:

Motos

O Parque P3 inclui uma área reservada ao estacionamento gratuito de motos e scooters.

Use a entrada nascente e procure a zona de estacionamento dedicado.

O estacionamento para a Scooter é excelente:

  • Coberto;
  • Com vigilância humana;
  • Com CCTV.

Para uma viagem curta de 2 ou 3 dias a um país da Europa uma mala de mão que não necessite de ir para o porão é mais que suficiente. Uma mala destas leva-se lindamente na Scooter, até porque as que tenho são como uma mochila, mas com as medidas autorizadas a viajar fora do porão.

Mercado liberalizado de electricidade e Bi-horário

A minha simulação na ERSE

As datas associadas ao mercado liberalizado da electricidade vão avançando. Com a publicidade que anda por aí, resolvi ir verificar se havia novidades, e alternativas para o tarifário bi-horário cá de casa.

No simulador da ERSE, inseri os dados de consumo dos últimos doze meses, de Setembro de 2011 até Agosto de 2012. Nesse período consumimos 825 KWh em horário de vazio e 1438 KWh em horário de fora de vazio. Os resultados do simulador foram claros, conforme se pode ver na imagem (clicar para ver melhor).

A ERSE diz que a melhor solução para mim é o Galp On. eletricidade – Plano Comfort, preferivelmente a opção em que contrate simultaneamente o consumo de gás natural. A ERSE diz ainda que o valor é válido para os “que adiram a um serviço de assistência sujeito a uma mensalidade“, um tal Plano Comfort, que tem um custo de apenas 3.90 € por mês, ou seja de 46.80 €/ano. Olhando para os resultados do simulador, não é dificil concluir que a melhor opção passa a ser a terceira, o Serviço Universal, em bi-horário.

A utilização do simulador da DECO confirma que o Serviço Universal é igualmente a melhor opção…

Assim sendo, não admira que vá continuando quieto. E é francamente surpreendente que ainda não haja nenhuma oferta de bi-horário no mercado liberalizado! Porque será?

Fazer as coisas (Getting Things Done)

 Things By Cultured Code GmbH & Co. KG

Things By Cultured Code GmbH & Co. KG

Numa conversa com o @brunofigueiredo comparámos os nossos métodos de garantir que fazíamos a coisas que tínhamos de fazer ou como David Allen lhe chama: GTD (Getting things done).

O @brunofigueiredo usa o Things para Apple OSX que integra com uma app com o mesmo nome no iPhone. Isto permite-lhe estabelecer regras como planear as tarefas para o dia seguinte e dizer que as que não concluam se passam ou não para outro dia automaticamente.

Como diz o David Allen, devemos ter um método, quer sejam cartões com listas, listas de Excel ou mesmo papeis no bolso ou na carteira, mas temos de ter um método de forma a lembrar-mo-nos de tudo o que temos para fazer. A memória humana prega-nos partidas porque a parte emocional escolhe e decide muitas vezes aquilo que quer recordar. É assim porque precisa de nos proteger das coisas que não gostámos ou andaríamos sempre deprimidos a lembrar-nos dos nossos momentos mais traumáticos.

O que David Allen diz, resumidamente e já com a minha própria interpretação é que:

  1. Devemos ter uma lista;
  2. Devemos colocar nessa lista tudo o que não conseguimos resolver imediatamente, ou num prazo curto como 5 minutos;
  3. Agrupar as coisas dessa lista em assuntos que possam ser resolvidos em conjunto.

O exemplo mais prático do que o David Allen dá é que nos lembramos de comprar pilhas sempre quando não estamos no supermercado, mas quando lá vamos acabamos por nos esquecer delas. O @brunofigueiredo usa o Things para isso mesmo. Registar e classificar para que estejam disponíveis os registos quando estiver a tratar delas e não se esquecer de nada do que aí tiver registado.

Pessoalmente tenho dois métodos, consoante esteja em modo profissional ou em modo familiar:

  • No modo profissional tenho uma hierarquia de ficheiros Excel, do mais alto nível de relato ao mais detalhado ao detalhe de cada requisito. Cada Excel é integrado depois num Dashboard automatizado por VBA (Visual Basic for Applications) e Pivot Tables para uma visão lógica e rápida. O VBA serve também para automatizar as tarefas de relato e aquelas tarefas mais práticas automatizáveis como seja guardar cópias de segurança. Tudo é registado ao mais baixo nível e classificado. Quando é necessário agir numa determinada área, são agrupados todos os detalhes de uma mesma classificação e lançada uma ação que atua sobre todos em simultâneo.
  • No modo doméstico partilhamos uma lista de compras numa folha e um lápis na porta do frigorífico. Para o Poupar Melhor mantenho os emails com as notas para os posts da semana em estado por ler na minha conta pessoal do Gmail.

Desta forma a informação está disponível quando preciso dela. Os assuntos pessoais, porque necessitam de menos estrutura para garantir que nada falha, sobrevivem lindamente no Google com a pesquisa na caixa de email.