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Consumo de um micro-ondas

Os micro-ondas são aparelhos imprescindíveis em muitas situações. Já a eles nos referimos a propósito das radiações que emitem. Hoje abordaremos os seus níveis de consumo, e como os seus consumos de energia são um pouco mais elevados do que aquilo que supomos. Na imagem abaixo podemos observar o nosso micro-ondas a aquecer o pequeno almoço e constatar o que parece ser um equívoco:

O micro-ondas refere um valor de 750W, mas o equipamento de medida diz-nos que ele está efectivamente a consumir 1067W. A discrepância vem do facto de que os 750W são a potência de aquecimento proporcionada pelo micro-ondas, sendo o resto do consumo atribuível a outros factores, incluindo a dissipação de calor (essencialmente no magnetron), iluminação, rotação do tabuleiro, ventoinha de arrefecimento do magnetron, e no transformador de alta tensão, entre outros.

Ou seja, a eficiência é de uns meros 70% no nosso caso. Apesar disso, continua a ser de uma maior eficiência, e maior rapidez, que as outras alternativas de aquecimento existente… É ainda superior aos valores que encontrei em termos de literatura. No seu caso, qual é a diferença entre a energia eléctrica consumida, e a efectivamente aproveitada dentro do micro-ondas?

Onde se esconde o pó?

Já falamos aqui várias vezes sobre pó. O pó está no ar, e em nossas casas acumula-se um muitos locais. Para além de ser um dos motivos pelos quais perdemos muito tempo nas limpezas, muitas vezes criam outros problemas, nomeadamente vários tipos de ineficiências.

Ontem, uma das lâmpadas da casa de banho avariou. Ao substituí-la, reparei em mais um sítio de acumulação de pó, do qual raramente nos damos conta. No plafond de iluminação, cuja imagem vemos abaixo, uma camada significativa de pó estava acumulada. Não só o pó estava acumulado, como obviamente se reduzia a capacidade de iluminação. Conforme se pode ver na imagem, com uma parte limpa, a diferença é substancial.

O pó não se acumula apenas no chão. No topo das portas, dos armários, ou das sancas, todos são bons locais para acumulação de pó. O local onde todavia encontrei mais pó até hoje, cá em casa, foi dentro da caixa de estores. O isolamento da caixa de estores é uma solução para minimizar também este problema. Continuaremos aqui a evidenciar os locais mais estranhos onde o pó se entranha…

Plantar o que comemos

Tomate cherry no vaso da cozinha

Tomate cherry no vaso da cozinha por @designerferro

Da conversa nos comentários no artigo sobre o aproveitamento das floreiras do António, já sabem que alguns de nós fazem questão de plantar o que comem. O meu amigo Filipe diz aí, e bem, que podemos plantar os nossos próprios tomate cherry. Foi o que decidimos fazer aqui por casa.

Durante a preparação de uma salada guardei para o lado umas 10 sementes de tomate cherry que colocámos a secar num guardanapo de papel.

No inicio da semana passada, foram colocados num vaso e esta semana já estão como mostra a foto.

O vaso não tem nada de especial a não ser carinho e água. O vaso está no parapeito da janela da cozinha.

Enquanto esperamos pelas fotos das plantações deste ano do Filipe, ficamos pelas nossas.

Preparar a lista de compras online

 

Meal Planning by Food on the Table By Food on the Table

Meal Planning by Food on the Table By Food on the Table

Já aqui tínhamos dito como a variedade de receitas de culinária pode levar a poupar e como ter uma lista de compras na cozinha nos poupa tempo e dinheiro.

Uma das formas de comprar apenas o que se vai usar e evitar desperdícios é fazer a lista de compras com base na ementa. Se são como eu e fazem as compras para uma semana, façam a ementa para uma semana e preparem com ela a lista dos ingredientes.

Cá em casa fazemos isso com papel e lápis , mas o Lifehacker falava esta semana de uma nova oferta da Web social que pode interessar-vos para ajudar a cumprir com estas práticas de forma facilitada.

O site Food on the table oferece uma App para o iPhone e Android. O site ainda não disponibiliza supermercados para o nosso retângulo à beira mar plantado, mas já possibilita a edição das receitas, acrescentando os nossos próprios detalhes e indicação do tempo de preparação. Esta App já é quase o que eu procurava, mas ainda não consegui juntar mais do que 3 refeições à lista, o que para mim é insuficiente, mas um bom começo.

Consumo de base de electricidade

O equipamento que utilizamos para fazer a monitorização do consumo eléctrico permite-nos uma visão precisa sobre a quantidade de electricidade que consumimos. No passado, já visualizamos, por exemplo, qual o consumo semanal. Neste artigo, vamos mostrar o consumo de base de nossa casa, ou seja, o consumo quando estamos ausentes. Quando assim é, desligamos várias fichas eléctricas, por forma a minimizar o consumo. O resultado de um desses fins de semanas em que nos encontravamos ausentes é o gráfico abaixo:

Pelo gráfico, a primeira conclusão que se tira é que um consumo mínimo cá em casa é de 48.3 Wh. Tal representa um total mensal, para um mês de 30 dias, um total de 34,8 KWh,  Este já é um valor baixo, resultante da optimização efectuada.

Os pontos entre os 140W e 200W são certamente respeitantes ao consumo do frigorífico, conforme já havíamos evidenciado neste artigo. Notam-se todavia algumas diferenças, pelo que teremos que voltar a analisar o seu comportamente em maior detalhe. As medições que aparecem pontualmente mais elevadas também deverão ser relativas ao frigorífico, dado ter sido o único equipamento ligado durante o fim de semana, susceptível de atingir valores tão elevados de consumo. É mais uma motivação para essa investigação mais detalhada.

O consumo total nos dois dias foi assim de 4.644 KWh, um valor naturalmente muito inferior ao da média de consumo cá de casa. Ao preço actual, e considerando a tarifa bi-horária, e o facto da quase totalidade do consumo se ter verificado em horas de vazio, representa cerca de 50 cêntimos de energia consumida nesse fim de semana.

Importância do sal da máquina de lavar loiça

As máquinas de lavar loiça que conheço têm todas um depósito para colocação de sal. O sal serve para “amaciar” a água, garantindo a sua descalcificação, por forma a não colocar problemas de incrustações de calcário no interior da máquina. Em nenhum caso devemos utilizar sal da cozinha na máquina de lavar loiça, pois este pode danificar o descalcificador, e provocar a necessidade da sua substituição em pouco tempo. Tal ocorre porque o sal das cozinhas tem nomeadamente iodo e é particularmente fino. Para uma melhor explicação dos mecanismos químicos envolvidos, não deixem de ler este artigo. Tenha igualmente em atenção não deixar sal fora do recipiente, pelo que a utilização de um pequeno funil pode ser recomendado.

Um baixo teor de calcário na água resulta igualmente em melhores lavagens. Muito calcário na água contribuirão para que apareçam depósitos e manchas brancas na loiça e na cuba da máquina de lavar loiça.

A quantidade de sal a utilizar depende do grau de sais de cálcio e magnésio na água. Como se pode ver no mapa acima, o norte do País tem menores necessidades de utilização de sal, a qual é mais necessária no centro e sul do País.