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Levar o almoço para o trabalho

Bento&co is dedicated to bringing you the best bento boxes and bento related accessories (such as chopsticks, napkins and more) directly from Japan.

Bento&co is dedicated to bringing you the best bento boxes

Alguém me dizia que a única maneira que há de realmente poupar é levando o almoço para o trabalho. Os japoneses devem ser os campeões nesta modalidade de poupança.

O transporte da comida é feito no que eles chamam um Bento e é suposto ser como se de um pic nic só para um se tratasse.

Pessoalmente sou um grande apreciador de muitas coisas vindas do Japão, a comida é uma delas, e o sushi em especial.

Já preparei um destes pic nic para levar. Só não resulta melhor porque a apresentação perde bastante.

Procurei soluções mais apelativas na web e encontrei o site Bento & CO que tem todo o tipo de caixas e acessórios para levar o pic nic pessoal.

Se não souberem o que levar dentro do Bento, o site Just Bento tem muitas sugestões.

 

Radiações dos micro-ondas

Os micro-ondas que temos em casa são uma maravilha da técnica, existindo há já umas décadas. Um dos receios mais comuns sobre a sua utilização é o potencial perigo para a saúde. Apesar de as radiações emitidas serem não ionizantes, podem sempre provocar problemas, nomeadamente de queimaduras, se a exposição for muito intensa.

Os aparelhos que hoje são vendidos têm protecções normalmente muito eficazes. Um dos testes que se costuma sugerir é a colocação de um telemóvel/rádio dentro do micro-ondas, sem ligar o micro-ondas obviamente, e verificar se ele continua a funcionar, isto é a receber chamadas ou estações de rádio. Tal deriva do conceito de gaiola de Faraday, que especifica que as emissões interiores não devem sair para o exterior, neste caso do micro-ondas, nem as emissões exteriores nele penetrarem.

Esse teste pode não ser todavia o mais eficaz, dado que os micro-ondas estão preparados para funcionar com a frequência de 2.45 GHz, uma frequência bastante superior à dos rádios FM, para dar um exemplo. Em qualquer caso, é uma experiência interessante a realizar no micro-ondas lá em casa! E quando depois nele aquecer qualquer coisa, não precisa de ficar próximo dele…

Arejar e poluição

Num artigo anterior, sobre o arejamento das casas, havíamos referenciado como seguir o pó no ar. Outro factor importante é a poluição atmosférica, que pode condicionar a qualidade de ar que nos entra em casa.

Neste site da Agência Portuguesa do Ambiente, podemos seguir a qualidade do ar em várias regiões do País. Na imagem podemos observar um dos dias do início do mês, observando-se vários locais com qualidade do ar menos boa…

O problema é que o tema da poluição não é propriamente fácil de prever… Em determinados locais, o sentido do vento pode ser determinante, podendo ser a diferença entre ter um ar limpo ou poluído. Noutros locais, a poluição é cíclica. De acordo com este site, a qualidade do ar é pior ao final da madrugada. Faz um certo sentido, pois durante a noite as plantas respiram CO2, enquanto que durante o dia o CO2 é consumido pelas plantas. Ainda assim, em cidades com pouca vegetação, ou durante o Inverno, esta teoria não será tão válida… Segundo esse mesmo site, os melhores períodos para arejar serão entre as 9 e 11 da manhã, e das duas 14 às 16 horas da tarde, quando genericamente o ar será de melhor qualidade.

Cortar a curva

Algumas vezes colocam-me desafios interessantes. Um dos últimos foi a de saber quanto se ganharia a cortar uma curva, numa auto-estrada? Não sabia obviamente responder, mas o desafio era interessante, mesmo que provavelmente não represente nenhum ganho significativo, e sendo certo que tal prática viola em determinados casos o código da estrada (eg. quando se circula pela esquerda, sem necessidade). Para responder a este desafio, fui ao Google Maps, donde retirei a imagem abaixo, relativa a um troço da CRIL, próxima da A5:

A circunferência sobreposta sobre a imagem tem um raio de cerca de 600 metros. Note-se todavia que a circunferência não se sobrepõe perfeitamente à auto-estrada, pelo que os cálculos são por aproximação. A curva visível encaixa-se num quarto da circunferência. Sendo (2 x π x r) o perímetro da circunferência e considerando que a largura de uma faixa de auto-estrada é tipicamente de 3,5 metros, então o arco representado teria um comprimento de (2 x 3.14159 x 600) / 4 = 942.48 metros, enquanto um arco, uma faixa mais exterior, teria um comprimento de (2 x 3.14159 x 603,5) / 4 = 947,97 metros. Ou seja, fazer o percurso na faixa mais exterior representa um percurso adicional de 5,49 metros.

Neste troço da CRIL, a velocidade máxima é de 80 Km/h, o que significa que cada metro demora sensivelmente (3600 / 80000) = 45 milisegundos a percorrer, pelo que naquela curva potencialmente ganharíamos 0,247 segundos. Quanto maior é a velocidade, naturalmente menor será esta quantidade de tempo… O leitor perceberá, portanto, que de pouco vale andar a cortar curvas!

Como detectar fugas de calor?

Temos falado aqui muito sobre como evitar as fugas de calor. Mas um pormenor importante é detectar essas fugas de calor! Quando a casa ainda não está bem calefetada, essa tarefa é inicialmente mais simples. Mas, à medida que vamos fechando essas fugas, a descoberta das restantes torna-se mais difícil…

É possível contratar serviços especializados, e realizar mesmo auditorias energéticas. Mas essas soluções têm normalmente um custo significativo. A estratégia seguinte foi a que eu utilizei para detectar muitas fugas de calor e entradas de ar frio, dentro da nossa casa.

O primeiro passo é despressurizar a casa, quando ela está totalmente fechada. Tal só é possível quando possui algum sistema de ventilação mecânico, como é o caso de ventoinhas de casas de banho, ou então um exaustor na cozinha. Eventualmente um aspirador também faz o serviço, mas não será fácil fazê-lo de forma eficiente em nossas casas, dado que é tipicamente necessário accioná-lo do exterior, e garantir que a passagem do tubo de aspiração está hermeticamente selada.

O passo seguinte é munir-se de um pau de incenso. Em todos os locais onde fugas de ar estejam a ocorrer, o fumo do incenso sofrerá uma orientação diferenciada. No caso de despressurização, tenderá a apanhar locais onde o ar exterior estará a entrar, pelo que o fumo tenderá a evidenciar esse facto! Procure nos vários locais prováveis, como as janelas e portas, mas também noutros locais mais exóticos, como a dos locais de entradas de canos, de cabos de antenas de televisão e cabos telefónicos, ares condicionados, e mesmo os buracos das fechaduras

Quanto custa um banho?

Munido da técnica de contabilização de consumos de água e gás que referimos anteriormente, verifiquei este fim de semana qual o consumo de água e gás durante um banho. Já sabíamos que mais de metade do primeiro minuto era um desperdício, mas ainda não tínhamos contabilizado o restante.

Um banho típico demorou-me 5 minutos e dez segundos. No Inverno, os banhos duram um pouco mais, e gasta-se um pouco de água a mais, porque se aproveita para aquecer… Durante esse tempo, utilizei 49,6 litros de água, e foram consumidos 0,223 m3 de gás no aquecimento da água. Isso significa um consumo de 9,6 litros de água por minuto, e de 0,043 m3 de gás por minuto.

Segundo os preços da água cá do concelho, a água do banho custa, no escalão mais baixo, 0,0496×0,5274 = 2,62 cêntimos de euro. Mas não se esqueçam que o custo da água é apenas uma parte da factura da água, e como vimos anteriormente, no nosso caso de apenas cerca de um terço do valor final… O valor final da água será por isso de cerca de 2,62/0,324 =  8,09 cêntimos de euros. Em termos de gás, o cálculo é muito mais difícil, como já havíamos observado neste artigo. E está envolto em contas misteriosas. Mas, se utilizarmos os valores cobrados na factura, o custo é de aproximadamente 0,223×0,70 = 15,61 cêntimos de euro. O custo total do banho foi, por isso, de cerca de 8,09 + 15,61 = 23,7 cêntimos de euro.

Como reduzir este custo, sem deixar de usufruir desta comodidade, será tema de próximos artigos.