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Extreme Couponing

Ontem vi, ao final da tarde, um programa na TLC (canal 71 da ZON, canal 92 no MEO) que me deixou siderado: Extreme Couponing

Esta série mostra como é possível fazer compras de uma forma radical, utilizando cupões e descontos, uma estratégia ainda pouco utilizada nas compras em Portugal. Todavia, os episódios de ontem recordaram-me imediatamente algumas das minhas próprias experiências, notavelmente a forma como me pagaram para comprar um pacote de SKIP

Não percam. E toca a praticar! Vejam um exemplo do que vi ontem, e relatem nos comentários as vossas experiências!

Estacionamentos inteligentes

Há muitos casos em que o acto de estaconar é unicamente visto como um plano imediato, sem se pensar muito no que vai acontecer quando daí saírmos. A excepção são os casos limite, como aqueles em que há concentrações muito grandes de automóveis a estacionar, como são, por exemplo, os jogos de futebol. Nesses casos, uma grande parte dos automobilistas prefere deixar o automóvel mais longe, para depois sair dali mais rápido, evitando os constrangimentos de trânsito.

Curiosamente, no dia a dia, poucas vezes temos essa intuição de planear para o futuro. Quando estacionamos num centro comercial procuramos ficar em cima da porta de entrada. E nem nos damos conta que andamos muitas vezes a circular para encontrar um lugar impossível. Por isso, uma boa estratégia é deixá-lo num primeiro local vago, e fazer o resto a pé… É igualmente bom para a sua saúde, mesmo que envolva carregar compras, ou empurrar carrinhos! E quando se deixa o automóvel à entrada, a saída é muitas vezes logo ali…

Estacionando logo e saindo depressa poupa-nos assim muitas vezes tempo, e também umas gotas de combustível!

Arejar a casa de forma natural

Como já referenciamos neste artigo, o arejar de nossas casas é uma acção importantíssima na manutenção da qualidade do ar interior. Neste artigo abordaremos a forma como o ar se movimenta naturalmente dentro das nossas casas, e se essa circulação está de acordo com o objectivo normal, que é fazer sair o ar pelas divisões de serviço, nomeadamente a cozinha e casas de banho.

O movimento do ar tenta manter um equilíbrio em termos de temperatura e pressão. Tipicamente, a corrente de ar estabelecer-se-à entre a fachada que está à sombra e a que está ao sol. Neste caso, o ar mais fresco junto à fachada à sombra, tenderá a atravessar a casa, através das janelas abertas, frinchas ou outras entradas de ar, saindo para os locais mais quentes, refrescando a casa no processo.

Outro aspecto da temperatura está relacionado com a maior leveza do ar mais quente, que tende a subir, como já observamos em várias situações. O ar viciado, nomeadamente da respiração, porque está mais quente, tende também a subir. O mesmo acontece com a maior parte do ar usado e com toxinas. Quando esse ar mais quente alcança uma superfície mais fria (eg., nas janelas, no Inverno), ele arrefece e volta a descer, criando uma corrente de ar. Estas correntes de ar são tanto maiores quanto maior for o pé alto das habitações, pois são maiores as diferenças de temperatura.

Estas correntes de ar podem jogar, ou não, a nosso favor. Outras condicionantes podem influenciar também essa circulação de ar, como é o caso dos ventos prevalentes. Em qualquer caso, essa circulação pode ser condicionada por diversas técnicas. Fechando as portas das nossas divisões anula essa circulação, o que pode ser interessante nos casos em que queremos preservar o calor/frio dentro da habitação. Abrindo determinadas portas/janelas, podemos condicionar doutras formas essa circulação. Nunca devemos é esquecer uma das máximas, que é fazer sair o ar pelas divisões de serviço…

Subir passeios

Ao contrário do que julgava, a forma mais correcta de subir passeios, quando absolutamente necessário, é fazê-lo segundo um ângulo de 45º, mas sempre devagar. No caso de se subir num ângulo recto, tal pode provocar danos ao ombro do pneu e à estrutura interna do pneu.

Subir passeios causa igualmente problemas em termos de alinhamento da direcção. O mesmo acontece quando estacionamos e raspamos contra o bordo dos passeios. E o desalinhamento da direcção traz consigo vários problemas, notavelmente um maior desgaste, não uniforme, do pneu. Mas a segurança e capacidade de manobrabilidade do veículo será igualmente afectada.

Obviamente, há igualmente impacto nos amortecedores, tal como quando se passa sobre buracos ou se circula em pavimentos irregulares. Por isso, há que evitar subir passeios a todo o custo…

Pó no ar

Num artigo anterior, havíamos falado sobre o arejamento das casas. Há muitos factores que podem influenciar a qualidade desse arejamento. Um dos mais interessantes que eu conheço está relacionado com a quantidade de pó no ar. No Inverno, a quantidade de pó no ar será menor, enquanto no Verão a quantidade é tipicamente maior.

Este site mantém uns gráficos interessantes sobre o pó no ar, no norte de África e Europa do Sul. Na imagem abaixo podemos ver uma previsão para estes últimos dias. Como podemos observar, não há pó no ar vindo de África, neste momento. Comparem essa imagem com a referenciada neste link, relativa ao mês de Agosto do ano passado.

Como é fácil de perceber, arejar a casa para deixar entrar o pó em casa, não será a melhor estratégia!

Frigorífico ao frio

Com o frio dos últimos dias, resolvi fazer uma experiência interessante. Na noite da passada sexta-feira, abri a janela da cozinha, e deixei o frio entrar! O objectivo foi verificar como se comportaria a temperatura dentro do frigorífico, quando a temperatura externa diminuísse. A imagem abaixo documenta a evolução. Note-se, em primeiro lugar, a diferença de escalas. A azul temos a evolução das temperaturas dentro do frigorífico (escala à esquerda), na prateleira do meio. A vermelho, a temperatura a meio da janela (escala à direita):

Como se pode observar, a temperatura caiu abruptamente depois da abertura das janelas. Note-se que esta reflecte a temperatura à janela, sendo de esperar uma temperatura exterior mais baixa e uma temperatura no interior da cozinha (onde se localiza o frigorífico) mais elevada.Note-se igualmente que as temperaturas muito elevadas durante o dia 3, à janela, reflectem a exposição directa ao Sol.

A temperatura do frigorífico evoluiu de duas formas distintas. Numa primeira vertente, nota-se uma diminuição das temperaturas mínima e máxima no interior do frigorífico. Numa segunda vertente, nota-se um maior espaçamento entre os ciclos de subidas/descidas, o que significa um menor funcionamento do compressor. Durante o dia, o espaçamento foi de cerca de 100 minutos, enquanto durante a madrugada, chegou a atingir os 150 minutos.

Esta experiência extrema evidencia a importância de o frigorífico se localizar num ambiente fresco. Quanto mais fresco for, menor será o esforço necessário para manter o interior do frigorífico fresco, e logo menos energia se consumirá. A esta última vertente voltaremos!