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Os lugares mais seguros num avião

Quando viajo de avião, uma das preocupações naturalmente é a de escolher o melhor lugar. O melhor lugar é um conceito altamente subjectivo, sendo alguns dos factores que condicionam tal escolha a segurança, o conforto, ou a facilidade em sair do avião, apenas para citar alguns exemplos.

O aspecto da segurança é um dos mais abordados, mas esperemos que nunca tenha que ser decisivo. Diversos estudos demonstram que os lugares da traseira do avião são os mais seguros. Um documentário produzido pelo Discovery Channel, na série Curiosity, que fez despenhar um avião real, provou isso mesmo. Infelizmente, em Portugal ainda só vamos na Temporada 1. O video no fundo deste artigo, sobre o episódio, é muito elucidativo.

Outro aspecto determinante está associado às saídas de emergência. Quanto mais próximo se estiver de uma saída de emergência, maiores serão as possibilidades de sobrevivência. Naturalmente, e em função dos pontos anteriores, as saídas de emergência na parte central e ao fundo do avião serão as mais seguras.

Se tiver a opção, há igualmente outras estatísticas interessantes. Neste endereço pode encontrar quais os tipos de aviões mais seguros, ou seja aqueles que até à data menos incidentes registaram. Neste outro URL pode observar quais as companhias aéreas mais seguras, na qual pode verificar que a nossa TAP é considerada uma das 10 companhias mais seguras do Mundo. A evitar são as companhias referenciadas neste outro artigo

Como faz o Google?

Na passada quarta-feira, o Google revelou alguns dos segredos dos seus datacenters. Nesta página podem ver um extenso conjunto de fotografias dos locais onde o Google mantém os seus muito milhares de servidores, que permitem alimentar todo um conjunto de serviços, que todos nós conhecemos, desde o Gmail, até ao Youtube… Eles deram-se mesmo ao trabalho de permitir que possamos percorrer um dos seus datacenters, com a tecnologia streetview:

Passeio virtual pelo Google…

Embora esta divulgação surpreenda, porque o Google sempre foi muito reservado na exposição da sua tecnologia, o que provavelmente mais interessa referenciar, no contexto do Poupar Melhor, é a metodologia e as práticas que o Google emprega, no sentido de ser mais eficiente.

Como referenciamos no artigo “You cannot manage what you cannot measure”, é preciso primeiro medir bem, para depois se conseguir gerir eficientemente. Por isso, não nos surpreeendeu que essa seja a primeira melhor prática que o Google recomenda a todos.

Nas outras melhores práticas do link atrás verificarão que algumas das propostas que temos avançado, adaptam as melhores práticas que gigantes como o Google praticam, às realidades de nossas casas…

Embora com um enquadramento naturalmente “geek”, os vários artigos que o Google lançou esta semana merecem uma leitura atenta. Bem como o artigo da Wired, que teve a felicidade de ter um dos seus jornalistas a visitar o interior de uma infraestrutura fulcral daquilo que é um dos players mais importantes da actual Internet: o Google.

Consumo de comandos remotos de energia

Há quase um ano referíamo-nos aos comandos remotos de energia. São muito úteis para matar os consumos stand-by em casa, mas têm um problema: também eles consomem energia!

O nosso leitor J. Aparício é também um grande adepto desta solução. E tem uma colecção completa destas tomadas com comandos, como podem ver na imagem abaixo, que gentilmente nos enviou. Mas o mais interessante é que J. Aparício conseguiu avaliar o consumo destes comandos, e todos eles consomem bastante menos que o meu, da marca Chacon, que consome uns impressionantes 3 W:

  • Tomadas Quigg (adquiridas no Aldi) – 1,5 W
  • Tomadas Lidl (as mais antigas) – 0,25 W
  • Tomadas Lidl (mais recentes marca SilverCrest) – 0,5 W
  • Tomadas Ikea (modelo que apareceu há uns anos e depois foi retirado) – 0,25 W
  • Tomadas Avidensen – 0,5 W

Várias tomadas de comando à distância de J. Aparício

Firefox: Limpar e fechar janela de downloads

Clean And Close 2.5.1 by Chris Bloom

Clean And Close 2.5.1 by Chris Bloom

Os Add ons do Firefox são uma fonte de otimização do nosso tempo pessoal. Um dos Add ons que obrigatoriamente instalo em todos os computadores é o Clean and Close.

Este Add on limita-se a alterar o funcionamento e texto do botão Close da janela de downloads para limpar automaticamente o seu conteúdo quando fechamos.

Para mim este Add on é já um dado adquirido e já nem me lembro quando me esquecia de apagar os downloads da lista e ela me voltava a aparecer cheia no dia seguinte.

Estacionar sem Via Verde

Estacionar em parques pagos é normalmente um custo que quase todos nós dispensámos. Já referimos aqui no Poupar Melhor alguns truques para evitar ou minimizar o quanto se paga em parques pagos.

Uma das modas mais recentes para incentivar ao pagamento dos parques, e ao mesmo tempo para despistar o seu custo, consiste na utilização da Via Verde para efectuar o pagamento. É verdade que se poupa tempo, e é realmente muito mais cómodo. Conseguimos até pagar o parque sem saber quanto gastamos, e no final do mês, quando nos debitam a dolorosa, quase não nos damos conta…

Há todavia desvantagens. Uma delas está associada às parcerias que determinados locais de estacionamento têm. No Centro Comercial do Colombo, em Lisboa, por exemplo, compras em lojas como o Continente permitem, a partir de um certo montante, descontos no estacionamento. O mesmo acontece em outros parques de estacionamento, mesmo que fora de centros comerciais. Em todos estes casos, se optar pela Via Verde ao entrar, não conseguirá poupar com essas parcerias…

Enquanto a limitação anterior é normalmente bem conhecida, há outra vertente que costuma passar despercebida. Quando se opta pela Via Verde, paga-se desde que se entra no estacionamento até ao preciso momento da saída. O mesmo não acontece quando se retira o ticket, pois nesse caso paga-se o tempo entre entrar no estacionamento e pagar o ticket, não se pagando o tempo que demora a sair.

Esta última vertente pode até ser significativa, sobretudo quando precisa de colocar compras de alguma quantidade no carro, ou quando o estacionamento está um pouco mais longe. E todos sabemos que cada bloco de minutos fica bastante caro, até porque não é por qualquer razão que só a Sonae conseguiu obter em 2011 mais de 21 milhões de euros em parques de estacionamento, embora também fora de Portugal (pag. 51 deste documento).

Ainda mais complexo é controlar o momento da entrada e o período de tarifação. Pode até ser interessante pagar no piso -1, mesmo que o carro esteja no -2, se estiver para entrar no próximo bloco de tempo. Se quiser dar-se a este exercício, tenha todavia presente que há muitos parques de estacionamento em que a hora certa pura e simplesmente não existe, pelo que terá que controlar manualmente a hora de entrada…

Poupar para crianças

Mealheiro do Montepio

Mealheiro do Montepio

Já aqui vos tínhamos dito como íamos começar uma série de posts sobre poupança. O A. Sousa já nos tinha dito como é essencial aprender a esperar para colher.

A tradição na minha família era abrir uma conta no Montepio e oferecer-nos um mealheiro de metal que nos diziam que só era possível abrir no banco quando íamos depositar o dinheiro. Com o mealheiro vinha uma caderneta que nos dizia o dinheiro que tínhamos no banco.

Cá em casa há mealheiros, mas dentro do mealheiro do mais novo para além do dinheiro já há tudo o que ele conseguiu enfiar pela ranhura. O mais velho, que tem mais noção do valor do dinheiro, já se ofereceu para emprestar dinheiro ao mais novo. Só ainda não percebemos se pretende cobrar juros.